EM LINHAS GERAIS (GESSI TABORDA)


A conta monstruosa que a eleições deixaram para o povo pagar

personEM LINHAS GERAIS (GESSI TABORDA) date_range20 Jun 2018 - 06h51

CONSELHO POLÍTICO



Você que é político estreante ou profissional atente para esse ensinamento de Pitágoras, se pretende fazer uma carreira pública vitoriosa: "Não peques contra a honra nem de longe, nem de perto. E só sê juiz severo de ti mesmo; sê justo em ações, e não em palavras; não ofereças pretextos frívolos ao mal."



NÃO CONVENCE



O assunto não mereceu pauta nos jornalões da vida brasileira. Afinal é assim mesmo em tempo de Copa no chamado país do futebol, que por sinal anda muito ruim. E nesse cenário o STF acabou com a condução coercitiva com alegações de sua inconstitucionalidade. Mas mesmo entre advogados importantes de Rondônia há controvérsias. Muitos ouvidos pelo repórter consideram que a coercitiva é constitucional, democrática e favorece o conduzido. Sem a coercitiva é previsível que aumente a decretação de prisão provisória. E assim, mesmo quem não está no alvo das investigações poderá ficar até 5 dias preso. Com a coercitiva o sujeito podia voltar para casa no mesmo dia, logo após ser ouvido pela autoridade.



MINHA OPINIÃO



Não estava (como não estou) motivado a assistir os jogos da Copa, nem mesmo os do Brasil. Mas assisti a estreia brasileira por causa de filhos. Como sou do tempo antigo, não me encanto com esses jogadores fashions, mais preocupados em lançar estilos de cabelo e novas tatuagens do que em jogar bola. Afinal, sou tempo em que nos palcos dessa disputa quem desfilava era gente do talento de Pelé, de Tostão, de Ademir, Jairzinho, etc.



Tá: ainda considero Neymar um craquíssimo nos times europeus por onde joga e jogou. No jogo contra a Suiça o moço da cabeleira amarela não chegou nem como uma caricatura do jogador do time que defende na Europa. Nada igual ao tempo em que a Seleção Brasileira era motivo de preocupação para as equipes adversárias. A estreia do Brasil foi uma frustração. Um jogo lamentável para uma seleção tão cara. Se pretende recuperar sua glória antiga vai ter de melhorar muito.



POUCA ANIMAÇÃO



Aproveitando o clima de Copa, vendedores dos cruzamentos de ruas mais importantes de Porto Velho estão vendendo, além de frutas da temporada, camisas da Seleção Brasileira nas cores amarela, a tradicional, azul, branca, vermelha e preta.



Um desses vendedores que trabalha no cruzamento da Rio Madeira com Calama comentou que o movimento não foi dos melhores, um dia antes do primeiro jogo da Seleção. Com o resultado do confronto com a seleção da Suiça, ele comentou ontem que a situação deve piorar ainda mais.



PARLAMENTAR



O ex-prefeito José Guedes, um dos fundadores do PSDB nacional, insiste em anunciar sua pré-candidatura a governador. Todavia, fontes da coluna reafirmam outra vez que Guedes faz esse jogo todo na esperança de disputar pelo menos um mandato como parlamentar.



BILHÕES



Os brasileiros vão ficar com mais uma conta monstruosa a ser paga com seus impostos. O custo das eleições de outubro será de R$ 1,716 bilhões. Esse é o valor que será disponibilizado para o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). Essa montanha de dinheiro arrancada do erário será distribuída a 35 partidos para o uso nas eleições deste ano.



NÃO É EMPREGO



A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que reconhece e regulamenta as figuras do "escritório de advogados sócios" e do "advogado associado". A medida está prevista no PL 3.736/15, que tramita com o PL 6.669/16 como apensado. Os textos buscam reafirmar a inexistência de relações de emprego entre as sociedades de advogados e os advogados associados, enquanto perdurar a relação de parceria por eles firmada.



OBRAS



O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, começa a superar a crise sem precedentes vivida pela capital rondoniense, especialmente no aspecto econômico, como claramente demonstra o volume de cobranças de precatórios definidos pela Justiça, um dos grandes entraves para o resgaste dos compromissos que o prefeito assumiu na campanha em que foi escolhido como aquele capaz de fazer a diferença na gestão pública de Porto Velho.



Ao dar a largada, na semana que passou, a obras a muito tempo reivindicadas por bairros na zona leste vislumbra-se a implantação de vários canteiros de obras no município. Mesmo com a proverbial carência de recursos a atenção Hildon certamente vai consolidar-se na história da prefeitura como quem mais aplicou recursos na infraestrutura e colocará – ao final de sua gestão – Porto Velho no seu devido lugar.



ISSO É BRASIL



Cerca de 32 milhões de brasileiros não têm acesso ao abastecimento de água potável. Outros 85 milhões não são servidos de esgotamento sanitário. As casas de 6,6 milhões de cidadãos não dispõem sequer de banheiro. Agora imagine a situação de Rondônia. E culpa é exatamente dos governadores que ocuparam se aboletaram no cargo nas últimas décadas. Não fizeram praticamente nada...



ESFORÇO



Tomara que o prefeito Hildon Chaves consiga dar efetividade à saída apresentada quando disputou a prefeitura de Porto Velho: A iniciativa privada precisa ser incorporada a esse verdadeiro mutirão de interesse do povo por uma capital verdadeiramente saneada. Esse novo marco legal de saneamento é urgente. Enquanto mais demorarmos a enfrentar de verdade esse problema mais avançará, com velocidade, a poluição de nossos rios, igarapés e mananciais.



DIFÍCIL



As convenções partidárias, no final de julho e início de agosto, confundem-se com o final do mundial. Com a política levada a um segundo plano durante este período, fica muito difícil para qualquer pré-candidato mostrar uma reação sensível em apenas duas semanas, entre o final da Copa e as convenções. Diante deste calendário, o esvaziamento das campanhas durante a Copa pode ser fatal para várias pré-candidaturas ao governo do estado.



MINORIA



A máfia gay está desesperada com a ascensão do Bolsonaro. LGBT e bichas são minoria e iguais a biscoito de polvilho: SO FAZEM BARULHO. Aqui e nas mídias sociais meia dúzia de bichas egos distonicas possuem centenas de perfis, mas na urna o votinho delas são somente SEIS... Ao considerar o Bolsonaro, do tempo das cavernas, qual seria então o adjetivo a ser dado ao torneiro mecânico, péssimo operário, que pouco ou nada trabalhou, e que sua maior realização foi roubar e muito a Petrobrás?


Sobre o autor

EM LINHAS GERAIS (GESSI TABORDA)