O QUE DA NOTICIA (AOR OLIVEIRA)


ARIQUEMES – FUJAM O BARCO ESTÁ AFUNDANDO

personO QUE DA NOTICIA (AOR OLIVEIRA) date_range25 Set 2020 - 05h41 location_onARIQUEMES

William Shakespeare disse em “ A tragédia de Hamlet”, príncipe da Dinamarca.



“Ser ou não ser eis a questão”.



Aqui na República Independente dos “uru-au-au”; a dinastia de Narciso se esvaila e está preste do fim e com isso passa a viver um grande dilema.



“Fazer ou não fazer as malas eis a questão”, ou melhor o navio começa a encher de agua os porões em os ratos em desespero procuram se salvar do naufrágio. Não tenham dúvidas as malas já estão cheias, não cabe mais nada, alguns voltarão para os casebres de onde saíram e outros terão endereço sofisticados pois passarão a habitar mansões construídas no período da dinastia.



No entanto ainda permeia a dúvida se a Odisseia chega ao fim ou veremos Narciso, virar Raul Seixas, se transformando na metamorfose ambulante, e mudando de opinião a todo instante.



A única verdade prismática é que os ratos de latrina a afins do navio Carpintero, não sabem se seguem Raul Seixas ou os Titãs.



Pois os abnegados que estiveram esse tempo todo segurando as tetas do Almirante Narciso, já estão prontos para embargarem em outro navio que lhe favoreça as benesses de hoje, e isso se dá pelos apoios emprestados a candidatos a prefeito que converse com Deus ou aquele que se furta ao trabalho. Como ainda estão atrelados o fazem ficar tipo baratas tontas e ratos à espera do melhor queijo jogado no lixo do Palácio Carpintero, e daí passam a procurar os sapatos dos políticos que são pré-candidatos para se manterem no topo, porque segundo eles aqui na terrinha tupiniquim onde moram os “uru-eu-au-au”, os políticos escrotos , que tem que sair dos esgotos e que são dotados pelo vírus celestial da traição    como vimos esta semana, e não teriam nenhuma chance de enfrentar o navio de Narciso.



DEUS SALVE ARIQUEMES



Zezé de Camargo e Luciano, cantaram uma das mais belas canções de seu repertorio, “DEUS SALVE A AMERICA”, e Matilde canta Deus salve Ariquemes.



Como vamos querer o progresso de nossa cidade se os candidatos que se apresentam não reúnem condições psíquicas de governar o município:



Um menti descaradamente em uma versão atualizada do conto infantil – “PINOQUIO”, relega os princípios bíblicos e foge a sua orientação como evangélico de “NÃO TOMAR O SANTO NOME DE DEUS EM VÃO”; que candidato é esse, o que oferecerá a população se os seus conceitos políticos são utópicos e necessita da orientação divina.



Esse não serve para governar uma cidade.



O outro se arrasta pela política feito preguiça, se esconde a sombra do pai, passou quatro anos sem produzir um alho para Ariquemes.



O que esperar de um candidato com esse perfil.



Também não serve para governar a minha cidade.



No balaio sobram dois dos postulantes, um vem com a guarida do vendedor de ilusão, e que se procurar impor seu caráter e postura poderá ser bem avaliado para conduzir os destinos de Ariquemes.



O outro traz consigo a marca da esquerda e essa política já está superada, não tem projeto que leve Ariquemes ao desenvolvimento.



Qual seria o sangue novo para conquistar os jardins da Babilônia é fazer florescer?



INTERESSANTE RECEBI DE UM INTERNAUTA



"(...)"Por um pouco", o administrador dirige os interesses do povo.



"Por um pouco", o servidor obedece na subalternidade.



"Por um pouco", o usurário retém o dinheiro.



"Por um pouco", o infeliz padece privações. Ah! Se o homem reparasse a brevidade dos dias de que dispõe na Terra! Se visse a exiguidade dos recursos com que pode contar no vaso de carne em que se movimenta...



Certamente, semelhante percepção, diante da eternidade, dar-lhe-ia novo conceito da bendita oportunidade, preciosa e rápida, que lhe foi concedida no mundo.



Tudo favorece ou aflige a criatura terrestre, simplesmente por um pouco de tempo. Muita gente, contudo, vale-se dessa pequenina fração de horas para complicar-se por muitos anos. É indispensável fixar o cérebro e o coração no exemplo de quantos souberam glorificar a romagem apressada no caminho comum. Moisés não se deteve a gozar, "por um pouco", no clima faraônico, a fim de deixar-nos a legislação justiceira. Jesus não se abalançou a disputar, nem mesmo "por um pouco", em face da crueldade de quantos o perseguiam, de modo a ensinar-nos o segredo divino da Cruz com Ressurreição Eterna.



Paulo não se animou a descansar "por um pouco", depois de encontrar o Mestre às portas de Damasco, de maneira a legar-nos seu exemplo de trabalho e fé viva. Meu amigo, onde estiveres, lembra-te de que aí permaneces "por um pouco" de tempo. Modera-te na alegria e conforma-te na tristeza, trabalhando sem cessar, na extensão do bem, porque é na demonstração do "pouco" que caminharás para o "muito" de felicidade ou de sofrimento." XAVIER, Francisco Cândido.



Fonte Viva. Emmanuel.



 Capítulo 42. Que tenhamos um dia de muita luz, paz e sabedoria.


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