POLÍTICA & MEIO AMBIENTE (Antônio de Almeida )


Eleições com sangue no asfalto: A que ponto o Brasil chegou

personPOLÍTICA & MEIO AMBIENTE (Antônio de Almeida ) date_range08 Set 2018 - 07h45

Como já falara em matérias anteriores, esta campanha eleitoral é meramente atípica e esdrúxula, tendo como plataformas políticas as três pilastras  não recomentadas, tais como: a mentira, o ódio e a intolerância, ingredientes que sem dúvidas têm tudo para acarretar fluidos negativos e satanizar fatos e atos com requintes de crueldades, de selvagerias e de extremismo político, levando as últimas consequências.



Com todo respeito aos familiares e aos seguidores do candidato Jair Bolsonaro, vítima de um atentado criminoso e inaceitável, que mancha e imacula a democracia e fere frontalmente o estado de direito e a Constituição do Brasil, com sangue humano, este episódio não se constitui em um fato isolado, e sim, é uma pequena amostra do que ainda possa ocorrer de pior até o término da campanha política — quando fatos atípicos como estes  a que estamos assistindo, com tantos interesses que se escondem por trás de uma cortina de confetes e de serpentinas — quando na verdade nua e crua são flechas de aço e ogivas atômicas apontadas para a cabeça de cada concorrente, com poderio de fogo e potencial chances de vitória.



Quando o candidato Jair Bolsonaro afirma em alto o bom tom que caso ganhe a eleição irá possibilitar a distribuição de armas para o cidadão e mandar os petistas para a Venezuela – quando lá não terão nem mortadela para se alimentar e que o cidadão de bem está refém do crime organizado, isto soa como uma palavra mágica e é tudo que o povo do bem gostaria de ouvir de um candidato presidenciável macho, que fala alto e que está no topo das pesquisas eleitorais. Agora, podemos perguntar: se este agressor que esfaqueou o candidato Jair Bolsonaro estivesse com um revólver 38 ele estaria ainda vivo para concluir sua campanha presidencial? Acreditamos que não.



Quando se fala em Pêndulo Assertivo  se pode definir como sendo a capacidade de administrar nossos impulsos emotivos e controlar o emprego de palavras e até o timbre de voz como estas devam ser proferidas.



A assertividade expressa a qualidade do que é assertivo, afirmativo ou positivo. É, na verdade, uma palavra plural, mágica e recomendada por exímios marqueteiros para a utilização e pleno sucesso de seus candidatos.



Nos estudos sociais e em comunicação normalmente nos deparamos com os postulados de assertividade como formas de defender direitos e em combater agressões de desafetos, de forma calma e sorrateira sem ser necessário se recorreu daquelas tradicionais “patadas” e agressividades.  



As literaturas advertem para que nos observamos sobre a grafia da palavra aSSertividade que é  escrita com SS, ao invés de um “C”, quando conclui-se que não estamos tratando de uma palavra com sentido de acertar, acerto ou correto. 



Sempre que o interlocutor utiliza-se corretamente do mecanismo do Pêndulo Assertivo, este está se recorrendo da prudência, da eficácia e polinizando fluídos da concórdia e  da paz e, assim, indubitavelmente, este irá ter boas colheitas com uma boa safra de harmonia e uma significativa fartura de adesões de sufrágios pró projetos pessoas e ou políticos. Tudo que ocorra na contramão deste propósito, as colheitas corresponderão plenamente,  em até a n-ésima potência, em até a níveis inaceitáveis e intoleráveis.



No baú de acervo de adágios populares nos deparamos com: “quem semeia vento, colhe tempestade” e desde o princípio do surgimento do mundo que esta máxima vem sendo empregada, em versos e rimas, se constituindo, portanto, como uma verdade meramente verdadeira e inexorável.  



Esta campanha política está sendo realizada com base em plataformas com um tripé não recomendado para a manutenção e consolidação de nenhum regime democrático e para o pleno desempenho de nenhuma democracia. 



1.    A MENTIRA: O Partido do Trabalhadores (PT) insiste em fazer sua campanha política  com base na mentira e no engodo política – quando afirma que o possível candidato LULA é Ficha Limpa, não é condenado por nenhum Tribunal e tentar enganar o eleitor de que LULA é HADDAD e que HADDAD é LULA;

2.    O ÓDIO: O Partido Social Liberal (PSL) através da campanha do candidato Jair Bolsonaro pautou sua plataforma política no extremismo, seguindo o exemplo Donald Trump, presidente dos Estados Unidos da América, e tem o armamento com carro chefe, como fora a vassoura na campanha do então candidato Jânio Quadros, em 1960.

3.    A INTOLERÂNCIA: Esta eleição vem sendo pautada em polos do bem e do mal, entre coxinhas e mortadelas, não se sabe bem ao certo quem são, de fato o bem e quem é o mal. 

Em 1785 o químico francês Antoine Laurent de Lavoisier (1743-1794) postulou uma Lei e a chamou de Lei da Conservação das Massas, com a seguinte definição: “Ao término de uma reação química, a massa total inicial dos reagentes é igual a massa total final dos produtos”. Na tradução ao pé da letra, “a massa total inicial dos reagentes é igual a massa total final dos produtos”. Na natureza, nada se cria e nada se perde. Tudo se transforma”.



De acordo com os últimos boletins médicos divulgados do Hospital o quadro de saúde do candidato Jair Bolsonaro (PSL) aspira cuidados médicos e seu quadro clínico continua grave e estável, sem nenhuma previsão que possa ser divulgado.





Acaba de sair o mais recente boletim médico, às 14h:26 min. deste 7 de setembro e informa que  o paciente está consciente e em boas condições clínicas.



O candidato Jair Bolsonaro sofreu uma atentado à faca, na região abdominal, com perfurações em três partes do intestino delgado, provocando traumatismo abdominal e hemorragia interna, sendo,  o acusado da agressão a Jair Bolsonaro morador na cidade de Montes Claros-MG,  Adélio Bispo de Oliveiro, de 40 anos, preso em flagrante e alega que tudo foi feito mandado por Deus.



Veja a repercussão do atentando sofrido por Jair Bolsonaro no meio político:



“Não podemos incentivar o ódio”: Dilma Rousseff – Ex-presidente;



“FHC endossa Alckmin e diz que atentado é culpa de Lula;



- O Vice de Bolsonaro, General Mourão, critica com veemência a fala de Dilma Rousseff que acusa o tema da campanha como a responsável pela violência. 



    Este atentado contra o candidato Jair Bolsonaro é de uma gravidade impar na história do Brasil e, ao mesmo tempo, uma violência imensurável à democracia e ao estado de direito. 

    Vamos recapitular um pouco da história do Brasil, até os idos do Governo João Figueiredo: o chefe de Gabinete do então presidente João Figueiredo, General Goubery do Couto e Silva,  insistia para que o presidente assinasse um documento que transformava o então Sindicato dos Trabalhadores em Partido dos Trabalhadores (PT) e o presidente João 



Figueiredo com o seu comportamento duro e turrão falara em alto e bom tom para o Golbery do Couto e Silva:

 

Este atentado ao candidato Jair Bolsonaro (PSL) não foi apenas uma agressão  ao presidenciável, mas uma violência à democracia, aos eleitores que de uma forma ou de outra irão escolher o presidente do Brasil para governar os destinos do país para os próximos 4 anos. 

Este atentado traduz o verdadeiro estado de intolerância e de fanatismo político e de putrefação em que se encontra as estruturas políticas e sociais em que se sustentam a classe política dominante do Brasil — quando se sabe que tudo aquilo que é bom para a população não é, necessariamente, bom para os interesses de determinados partidos políticos — que sempre querem tirar proveito de tudo para beneficiar a todos que compõem suas enormes fileiras de obcecados e  carentes e de aproveitadores da situação partidária.

No presente momento, não tem como avaliar o que muda no quadro político após o atentado ao candidato Jair Bolsonaro. 

Neste sentido, temos as seguintes convicções:

1.    Que a campanha realizada no corpo a corpo de Jair Bolsonaro será interrompida, até a eleição do primeiro turno;

2.    Que os demais candidatos irão modificar e baixar o tom das agressões ao candidato vítima do atentado;

3.    Que os eleitores indecisos irão se solidarizar com a situação e gravidade da agressão e irão praticar o voto de solidariedade e, assim, nas próximas eleições os números serão bem mais favoráveis ao candidato Jair Bolsonaro;

4.    Para quem já estava próximo a assegurar a disputa para o segundo turno, agora, após este atentado esta hipótese se transforma em realidade e os demais candidatos irão disputar apenas a segunda vaga para o segundo turno.

Como eleitor e cidadão que torce pelo bem estar da população e Brasil lamentamos pelo atual momento que estamos vivenciando e os demais candidatos que têm na verdade chances em disputar um provável segundo turno se previnam, reforcem suas seguranças pessoais, utilizem veículos blindados e  coletes a prova de bala. 

    Como precaução e para a obtenção de boas colheitas pratiquem suas semeaduras dentro do limite do Pêndulo Assertivo, com um discurso menos ácido, com palavras menos agressivas, em tom moderados e amenos e, assim, a lei do Fair Play político domina todas as situações para o bem estar e a plena harmonização de toda campanha política. 


Sobre o autor

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Antônio de Almeida Sobrinho é graduado em Engenharia de Pesca, com Pós-Graduação em Análise Ambiental na Amazônia Brasileira e Mestrado em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente, e colaborador do quenoticias.com.br