Religião

A CRIATIVIDADE NA EVANGELIZAÇÃO


bookmark_borderRELIGIÃO E FÉ date_range18 Dez 2017 - 06h28 personPAULO ROBERTO

Todos nós somos inovadores em maior ou menor grau, basta sabermos usar a criatividade para alcançarmos, com simplicidade, alguns resultados desejados.



No trabalho, por exemplo, se o patrão nos cobra um serviço urgente e o tempo não é suficiente para realizá-lo adequadamente, a criatividade pode ser melhor praticada para o sucesso da missão.



Nos estudos, muitos alunos conseguem bons resultados por serem criativos no aprendizado: inventam artifícios diversos para decorar fórmulas; destacam aspectos importantes da matéria para resumir; fazem questionários, simulando a própria prova etc.



Também podemos usar do nosso poder criativo e ajudar muitos irmãos a seguir pelos caminhos da fé. Um simples objeto religioso à mostra no nosso corpo, serve como instrumento de evangelização. Pode ser uma camiseta, um terço, uma corrente, um broche, enfim, um símbolo que destaque a nossa fé e dê abertura para que outras pessoas se sintam atraídas por aquela mensagem.



Colocar um adesivo plástico no vidro do carro é um outro recurso válido e barato para evangelizar. Têm imagens de Jesus e de Maria belíssimas, que chamam a atenção! Basta ser criativo: escolhendo uma bela estampa e a divulgando em local de destaque.



Além desses meios, eu procuro evangelizar com testemunhos de fatos vividos em família ou na comunidade. Por serem casos reais que provam o amor de Jesus e de Maria por nós, geralmente tocam profundamente nas pessoas. Assim, fica mais fácil ‘amolecer certos corações’ e conduzi-los para junto de Deus.



O importante é que, na evangelização, nunca falte humildade no relacionamento com os irmãos desgarrados e sempre haja muita oração – pedindo ao Espírito Santo que nos ilumine para resgatar almas perdidas.



Mas, pelo fato do assunto ser ‘criatividade’, não dá para esgotar o assunto. Cada um pode e deve colocar em prática o dom criativo que Deus lhe deu e ajudar a chamar mais pessoas para o trabalho em comunidade. Se nos unirmos contra as ciladas do demônio, cada vez mais nos afastaremos do pecado e alcançaremos mais graças dos Céus.



Ao ressuscitar, Jesus nos mostrou que ‘quem ri por último, ri melhor’. Portanto, a cada alma que ajudamos a chegar no Paraíso, estaremos cumprindo uma parte da nossa missão aqui na terra e provocando boas gargalhadas dos anjos da guarda.



Se você ainda não tentou ajudar a Deus no processo de pescar e salvar almas, tenha coragem, seja criativo e tente. Vale a pena!



(Medite o Salmo 49)



 



 



 



 




PAULO ROBERTO LABEGALINI Escritor católico. Vicentino de Itajubá - Minas Gerais - Brasil. Professor doutor do Instituto Federal Sul de Minas - Pouso Alegre.‘Autor do livro ‘Mensagens Infantis Educativas’ – Editora Cleofas.



 



 



 



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