QUENOTICIAS E REGIÕES

Ano de eleição e na berlinda a Câmara de Vereadores de Ariquemes onde os Nobres Vereadores devoram R$ 8 milhões de reais do povo

E muitos! Na câmara, o parlamentar “encrenqueiro” não consegue aliado pra votar favorável em nenhum de seus projetos, mesmo se for para aprovar a realização da estrema unção para um “santo”.


bookmark_borderARIQUEMES POLITICA date_range04 Fev 2020 - 08h07 personJORNALISMOQUENOTICIAS

Chega ano de eleição o que se vê é candidato ao parlamento municipal nas ruas fazendo seu marketing. Os que ainda estão no mandato têm que ter mais argumento, alguns não fizeram nada, outros pouco e os que mais apareceram foram as custas das velhas táticas da política.



 



Velhas táticas políticas que o povão já assimilou qual é a do político. Uma delas é se alinhar aprovando tudo do executivo municipal e recebendo, claro, as benesses, tais como:- portarias, “encaminhamento” das demandas de seus eleitores, fura fila nos atendimentos dos serviços públicos (consultas, exames, vagas nas escolas) e por ai vai.



 



A outra, essa é boa e muitos gostam, dá um ibope danado:- é ser contra. Criar polêmica sempre. E bater em tudo que a administração faz ou deixa de fazer. É o tal velho ditado “se correr o bicho pega, se ficar o bicho como”. Mas essa tática tem lá seus louros, mas também seu espinhos. E muitos! Na câmara, o parlamentar “encrenqueiro” não consegue aliado pra votar favorável em nenhum de seus projetos, mesmo se for para aprovar a realização da estrema unção para um “santo”.



E ai o povão fica naquele dilema. Na eleição passada teve uma renovação expressiva de membros do parlamento municipal. Só 3 (três) se reelegeram. E se esperava mais dos novos eleitos. Não se sabe se as laranjas, já velhas da colheita antiga, contaminou a casa ou é o DNA da velha política na veia de todos os nobres vereadores.



E a população continua bancando os altíssimos custos, através de seus impostos, de toda uma estrutura para a casa de leis municipal funcionar. Salários dos vereadores (muito alto) e de funcionários, assessores, combustível, as velhas diárias e outros custos. Tudo chega a quase R$ 8 milhões por ano.



Recentemente o governo Bolsonaro propôs a extinção de municípios que têm receita própria insignificante, mas não apresentou proposta para mudar esse estado de gastos e a diminuição do número de vereadores nos municípios. E é o que a população quer. Chega de fazer festa da farra com o dinheiro público!