Economia

Terceira parcela é paga quem quem recebeu a primeira entre 16 e 17 de junho e entre 27 de junho e 4 de julho


bookmark_borderBRASIL ECONOMIA date_range22 Set 2020 - 10h47 personNOTICIAS E CONCURSOS

O saque em espécie do auxílio emergencial de R$ 600 será liberado para um novo grupo nesta terça-feira (22). Dessa vez, começam a poder fazer o saque da terceira parcela do auxílio os beneficiários nascidos em fevereiro, que recebeu o pagamento dia 2 de setembro.



O calendário da terceira parcela do auxílio emergencial de R$ 600 vale para quem recebeu a primeira entre 16 e 17 de junho e entre 27 de junho e 4 de julho. O cronograma de pagamento segue até o dia 30 de setembro.



Nesta semana, terão o pagamento da terceira parcela os beneficiários nascidos em agosto e setembro. Veja abaixo o calendário completo.



Pagamento da terceira parcela




  • 28 de agosto: nascidos em janeiro

  • 2 de setembro: nascidos em fevereiro

  • 4 de setembro: nascidos em março

  • 9 de setembro: nascidos em abril

  • 11 de setembro: nascidos em maio

  • 16 de setembro: nascidos em junho

  • 18 de setembro: nascidos em julho

  • 23 de setembro: nascidos em agosto

  • 25 de setembro: nascidos em setembro

  • 28 de setembro: nascidos em outubro

  • 28 de setembro: nascidos em novembro

  • 30 de setembro: nascidos em dezembro



Saque a transferência da 3ª parcela




  • 19 de setembro: nascidos em janeiro

  • 22 de setembro: nascidos em fevereiro

  • 29 de setembro: nascidos em março

  • 1 de outubro: nascidos em abril

  • 3 de outubro: nascidos em maio

  • 6 de outubro: nascidos em junho

  • 8 de outubro: nascidos em julho

  • 13 de outubro: nascidos em agosto

  • 15 de outubro: nascidos em setembro

  • 20 de outubro: nascidos em outubro

  • 22 de outubro: nascidos em novembro

  • 27 de outubro: nascidos em dezembro


  • O presidente Jair Bolsonaro anunciou a prorrogação do auxílio emergencial por quatro meses no valor de R$ 300. A extensão do auxílio já foi oficializada por meio de medida provisória e agora terá que ser aprovada por deputados e senadores no Congresso Nacional.



    “Não é um valor o suficiente muitas vezes para todas as necessidades, mas basicamente atende. O valor definido agora há pouco é um pouco superior a 50% do valor do Bolsa Família. Então, decidimos aqui, até atendendo a economia em cima da responsabilidade fiscal, fixá-lo em R$ 300”, disse Bolsonaro. 



    Neste ano, o Executivo depositou cinco parcelas de R$ 600 para os beneficiários do auxílio, visando ajudar os brasileiros de baixa renda, trabalhadores informais, MEIs, autônomos e desempregados.   



    O presidente Jair Bolsonaro já havia informado sobre a redução do valor do benefício e argumenta que, se o valo pode parecer pouco para os brasileiros afetados pela pandemia, “é muito para quem paga, no caso, o Brasil”.  



    De acordo com cálculos feitos pela equipe econômica, o custo mensal do benefício foi de R$ 50 bilhões por mês durante a primeira fase do programa.