Política

EM DEFESA DA MADEIRA MAMORÉ

Segundo George Telles, vice-presidente da associação, a Assessória Técnica de Análises de Estudos e Projetos de Engenharia Ferroviária do DNIT, diz que o trem tem que ir até Santo Antônio.


bookmark_borderBRASIL POLÍTICA date_range06 Dez 2018 - 08h00 personASSESSORIA

Na última semana do mês novembro último, o vice-presidente da Associação dos ex-ferroviários da Madeira Mamoré, esteve em Brasília, e na ocasião, percorreu gabinetes e corredores do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e outros órgãos do Planalto Central, tudo, na tentativa de garantir que todo o percurso dos 7(sete) quilômetros da Estrada de Ferro Madeira Mamoré possam ser recuperados, com o objetivo, que o trem volte a andar. Nesse quadro, em virtude do quilômetro 8(oito) ter sido desafetado pela Lei Estadual nº 1776, para a formação do lago das Usina de Santo Antônio, a ferrovia perdeu 1(um) quilômetro de trilhos, o que é lamentável, pois o trem se reativado não poderá fazer todo o percurso, é um outro problema, que não se sabe como será resolvido em Rondônia.



 



Há décadas, entram e saem governos, surgem e desaparecem prefeitos, porém, o capítulo da novela é sempre o mesmo, o trem não consegue andar o mínimo que possa garantir um passeio turístico. Há tempos, a linha férrea não é recuperada, a conexão que se fazia do pátio da estrada de ferro até a região da histórica Vila Santo Antônio é um sonho distante.



Segundo George Telles, vice-presidente da associação, a Assessória Técnica de Análises de Estudos e Projetos de Engenharia Ferroviária do DNIT, diz que o trem tem que ir até Santo Antônio.



As informações buscadas em Brasília afirmam que muito dinheiro já foi empregado na EFMM, e que pessoas importantes dos bastidores políticos, veem se beneficiando para que o trem não se locomova no percurso previsto.



George afirma que importantes documentações e projetos foram entregues à Presidência da República e ao próprio DNIT pela associação, e que dessa forma, os representantes dos ferroviários estão trabalhando firme em defesa da reativação da Madeira Mamoré.



Não adianta só "revitalizar" o Complexo Ferroviário, pois o principal é fazer o trem voltar a andar até Santo Antônio, finalizou assim o vice- presidente George Telles.