Esporte

Galiotte oferece toda sua proteção a Felipão. "Ele é intocável"

O dirigente faz questão de apoiar, mesmo com a eliminação na Copa do Brasil para o Inter. Técnico quer vencer a Libertadores para retribuir a confiança


bookmark_borderQUENOTICIASESPORTES date_range19 Jul 2019 - 16h50 personCOSME RÍMOLI Do R7

São Paulo, Brasil



"Intocável."



 


É assim que Mauricio Galiotte definiu Luiz Felipe Scolari para seus assessores mais próximos, que já levaram o recado aos conselheiros mais influentes do clube.








 



 




A eliminação do Palmeiras da Copa do Brasil, diante do Internacional, equipe com menos recursos técnicos, incomodou a todos.



Inclusive Galiotte.



Mas sua relação com Felipão.



O treinador é o funcionário de maior confiança do dirigente.



E que tem, de acordo com a sua análisa, a personalidade ideal para comandar o elenco mais caro do país, com estrutura para montar três times.



E que precisa ser firme, manter o rodízio, sem aceitar sequer cara feia dos reservas.



Como vice de Paulo Nobre e agora presidente, Galiotte acompanhou de muito perto as passagens de Gilson Kleina, Ricardo Gareca, Alberto Valentim, Dorival Júnior, Marcelo Oliveira, Cuca, Eduardo Baptista e Roger Machado.



E na sua visão, não chegam aos pés de Felipão.



Ninguém teve o controle absoluto do vestiário, como o septuagenário tem.



Nem soube valorizar atletas para a venda, escolher os reforços.



E sem jamais repassar a culpa de qualquer derrota para a diretoria, para a logística dos jogos.



Nem mesmo com o anunciado tumultuado 2020, com a inclusão da Florida Cup, torneio ótimo para divulgar a marca dos clubes brasileiros no exterior, mas que sabata a pré-temporada, com a inviável viagem para os Estados Unidos.



O cargo de treinador no Palmeiras não é técnico.



É de confiança.



E do presidente.



Felipão é a primeira pessoa que sabe quem Galiotte e Alexandre Mattos decidiram vender. E analisa se continua colocando em campo ou o preserva. 



Como são os casos de Borja, Moisés e Lucas Lima.




Acabou o ciclo de Moisés no Palmeiras. Clube acertou sua ida para a China




Acabou o ciclo de Moisés no Palmeiras. Clube acertou sua ida para a China


Reprodução/Twitter



Empresários os estão ofertando no mercado há meses.



Palmeiras já fechou com o Shandong Luneng a ida de Moisés, por 6,5 milhões de euros, cerca de R$ 27,3 milhões. Excelente negócio, para quem foi comprado por 800 mil euros, cerca de R$ 3,3 milhões do Rijeka, da Croácia.



O jogador deve finalizar sua ida hoje, acertando luvas e premiação.



Lucas Lima segue desejado por clubes da Turquia e Arábia.



E o mercado chinês ainda quer Borja.








 



 




A eliminação do Palmeiras da Copa do Brasil, diante do Internacional, equipe com menos recursos técnicos, incomodou a todos.



Inclusive Galiotte.



Mas sua relação com Felipão.



O treinador é o funcionário de maior confiança do dirigente.



E que tem, de acordo com a sua análisa, a personalidade ideal para comandar o elenco mais caro do país, com estrutura para montar três times.



E que precisa ser firme, manter o rodízio, sem aceitar sequer cara feia dos reservas.



Como vice de Paulo Nobre e agora presidente, Galiotte acompanhou de muito perto as passagens de Gilson Kleina, Ricardo Gareca, Alberto Valentim, Dorival Júnior, Marcelo Oliveira, Cuca, Eduardo Baptista e Roger Machado.



E na sua visão, não chegam aos pés de Felipão.



Ninguém teve o controle absoluto do vestiário, como o septuagenário tem.



Nem soube valorizar atletas para a venda, escolher os reforços.



E sem jamais repassar a culpa de qualquer derrota para a diretoria, para a logística dos jogos.



Nem mesmo com o anunciado tumultuado 2020, com a inclusão da Florida Cup, torneio ótimo para divulgar a marca dos clubes brasileiros no exterior, mas que sabata a pré-temporada, com a inviável viagem para os Estados Unidos.



O cargo de treinador no Palmeiras não é técnico.



É de confiança.



E do presidente.



Felipão é a primeira pessoa que sabe quem Galiotte e Alexandre Mattos decidiram vender. E analisa se continua colocando em campo ou o preserva. 



Como são os casos de Borja, Moisés e Lucas Lima.




Acabou o ciclo de Moisés no Palmeiras. Clube acertou sua ida para a China




Acabou o ciclo de Moisés no Palmeiras. Clube acertou sua ida para a China


Reprodução/Twitter



Empresários os estão ofertando no mercado há meses.



Palmeiras já fechou com o Shandong Luneng a ida de Moisés, por 6,5 milhões de euros, cerca de R$ 27,3 milhões. Excelente negócio, para quem foi comprado por 800 mil euros, cerca de R$ 3,3 milhões do Rijeka, da Croácia.



O jogador deve finalizar sua ida hoje, acertando luvas e premiação.



Lucas Lima segue desejado por clubes da Turquia e Arábia.



E o mercado chinês ainda quer Borja.



 


Felipão ainda quer um atacante de área.



O sonho dourado seria a contratação de Hulk, mas ele tem contrato até o meio de 2020 com o Shanghai SIPG. E recebe cerca de R$ 3 milhões mensais. O que é completamente inviável.



Empresários dizem ser possível trazer o colombiano Falcão Garcia, de 33 anos. O jogador passar por péssima fase há anos.



Galiotte e Mattos sabem que a análise de Felipão não é tão favorável.



Ao contrário em relação ao zagueiro Vitor Hugo, que deverá voltar da Fiorentina.



Ele tem todo o aval do treinador.



Ou seja, ele segue poderosíssimo.



Foi de uma conversa do seu celular que o Palmeiras acertou a contratação de Ramires.




Volta de Vitor Hugo. Mais força física e nas jogadas aéreas do Palmeiras de Felipão




Volta de Vitor Hugo. Mais força física e nas jogadas aéreas do Palmeiras de Felipão


Palmeiras



A quarta eliminação no mata-mata tem peso, lógico.



Mas Galiotte segue acreditando na conquista da Libertadores. 



Deseja a reversão nos mata-matas, que têm sido fatais a Scolari.



O adversário das oitavas, Godoy Cruz, é muito fraco.



Nas quartas, tem tudo para ser o Grêmio.



E aí sim, será um grande teste.



Mas se Galiotte mantiver a coerência, Felipão pode ficar tranquilo.



Mesmo se cair, de novo, na Libertadores.



"Ele é o meu treinador até o final do mandato", no final de 2020.



"Não tem melhor neste país para o Palmeiras", diz o dirigente.



Mesmo sob o impacto da eliminação da Copa do Brasil para o Inter.



Felipão sabe disso.



Está com o orgulho ferido.



Fará tudo para vencer outra vez a Libertadores.



E retribuir todo inesperado apoio de Galiotte...



Vai tentar compensar tanta confiança