O país também enfrenta dificuldades para pagar o empréstimo que Macri pegou em 2018 com o FMI totalizando 57 bilhões de dólares.



“Nestes quatro anos ocorreram muitas dificuldades que não conseguimos resolver”, admitiu o presidente de um país onde a inflação foi de 42,2% entre janeiro e outubro de 2019, em meio ao desemprego e pobreza crescentes.



A pobreza atingia 35,4% da população no primeiro semestre deste ano, segundo números oficiais.



Mas Macri se disse “convencido de que estamos melhor do que há quatro anos” e se comprometeu a trabalhar na oposição apoiando “as propostas sensatas”.



“Vou demonstrar, a partir da próxima semana, que se pode fazer uma oposição de forma construtiva, sempre pensando no que é melhor para os argentinos”.



Macri destacou que “pela primeira vez em 100 anos um governo não peronista e com minoria nas duas Câmaras consegue terminar seu mandato”, um sucesso democrático.



“Nossa justiça é mais independente e nossa imprensa, mais livre”, disse Macri, assegurando que melhorou o funcionamento do Estado e das instituições.



“Após quatro anos de reformas, deixamos um Estado onde é muito mais difícil roubar o dinheiro dos argentinos. Sempre haverá corruptos e ladrões, em todos os governos, mas o Estado tem que garantir que deixem suas digitais para poder agarrá-los”.



“Vou demonstrar, a partir da próxima semana, que se pode fazer uma oposição de forma construtiva, sempre pensando no que é melhor para os argentinos”.



Macri destacou que “pela primeira vez em 100 anos um governo não peronista e com minoria nas duas Câmaras consegue terminar seu mandato”, um sucesso democrático.



“Nossa justiça é mais independente e nossa imprensa, mais livre”, disse Macri, assegurando que melhorou o funcionamento do Estado e das instituições.



“Após quatro anos de reformas, deixamos um Estado onde é muito mais difícil roubar o dinheiro dos argentinos. Sempre haverá corruptos e ladrões, em todos os governos, mas o Estado tem que garantir que deixem suas digitais para poder agarrá-los”.