O comandante alegou que os militares “sempre tiveram a participação no esforço da nação”. “Inclusive, há quase 20 anos, fomos os únicos que nos modificamos para nos sacrificarmos em prol ‘disso aí’. Outros setores da sociedade não se modificaram. Estamos sempre prontos a colaborar com a sociedade”, declarou.



O sacrifício a que Pujol se refere é uma medida provisória editada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em 2001, que acabou com a promoção automática dos militares que passam para a reserva, com o auxílio-moradia e com o adicional de inatividade dos militares. O texto é criticado pelo próprio Bolsonaro.



Passagem de comando



Pujol assumiu o Exército no lugar do general Eduardo Villas Bôas – o único a discursar durante o evento, um costume da Força. Ele afirmou que o atual presidente “traz a necessária renovação e a liberação das amarras ideológicas que sequestraram o livre pensar e nublaram o discernimento e induziram a um pensamento único e nefasto”.



*Com informações do Estadão Conteúdo