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VEREADOR JOSÉ AUGUSTO REALIZA PRIMEIRA REUNIÃO SOBRE O CORONAVÍRUS NA CÂMARA MUNICIPAL


bookmark_borderARIQUEMES POLITICA date_range17 Mar 2020 - 20h23 personAOR OLIVEIRA

Definir as primeiras ações nas áreas de Vigilância, Prevenção e Controle do novo Coronavírus no Município de Ariquemes foi o objetivo da primeira reunião convocada pelo Presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Ariquemes Vereador José Augusto que teve a participação de integrantes da Secretaria Municipal de Saúde representada pelo Dr. Ricardo Medeiros a  Assessora de Informações Estratégicas e Respostas Rápidas à Emergência em Vigilância em Saúde, Dra. Andria Gaspar , Dra. Luciane Berti representando a Clina da Criança , Diego Santos Fagundes representando a Instituição de Ensino FAEMA, Dra, Sharon Fernandes da Silva representando o Hospital Monte Sinai, Dra Andressa Chagas representando o Hospital Carlos Chagas e os vereadores Amalec da Costa, Natan Lima, Renato Padeiro, Eronildo Pereira, Vanilton Cruz, Nairton da Saúde.



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Segundo Ricardo Medeiros, o Coronavírus é uma preocupação mundial, e Ariquemes não está isolada desse processo. A primeira medida do prefeito, por meio da Secretaria de Municipal de Saúde, é a criação do Comitê Técnico Assessor, destinado a articular órgãos da administração municipal com o governo estadual e entidades públicas e privadas, para dar condições ao Sistema de Saúde de responder a chegada do Coronavírus ao território ariquemense. “Podemos dizer à sociedade de Ariquemes que nós estamos cuidando da prevenção, da identificação precoce dos casos e, sobretudo, do tratamento das pessoas que venham a contrair o Coronavírus. Queremos transmitir à sociedade ariquemense uma mensagem de tranquilidade, serenidade e segurança de que a SEMSAU e suas entidades parceiras estão tomando todas as providências adequadas para proteger a saúde das pessoas diante do eventual advento do Coronavírus aqui no Município”, assegurou Ricardo Medeiros.



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A diretora de Vigilância em Saúde, Dra. Andria Gaspar, disse que a preocupação é maior porque, por ser um vírus novo, há muitas dúvidas e ainda não se sabe como será seu comportamento. “Não existe antiviral e nem vacina contra o Coronavírus”, enfatizou a diretora, acrescentando que, quando o H1N1 surgiu, havia pelo menos perspectiva real de vacina.



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Interpelada pelo vereador José Augusto sobre o Plano Municipal de Contingência disse que está sendo elaborado com base no nacional, no qual cada setor é responsável pelo detalhamento da sua área de atuação.



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A maior explicação técnica veio por conta da Dra Luciane Berti que deu uma aula de saúde pública e disse todos os aspectos de como lidar com o CORONAVÍRUS,  e assegurou que “nós a sociedade civil podemos nos encarregar de mobilizar todas as instituições, como forma de fortalecimento contra essa doença mortal se for necessário”. Disse Luciane.



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Sinais de caso suspeito – De acordo com o Ministério da Saúde, é considerado caso suspeito de infecção humana pelo 2019-nCoV o indivíduo que apresentar:




  1. Febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais, entre outros), e histórico de viagem para área com transmissão local, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas;

  2. Febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) e histórico de contato próximo de caso suspeito para o Coronavírus (2019-nCoV), nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; 3: Febre ou pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) e contato próximo de caso confirmado de Coronavírus (2019-nCoV) em laboratório, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas.



O fluxograma de atendimento de casos suspeitos deverá ser informado na próxima semana, com divulgação da lista de hospitais que serão referência em cada Região de Saúde, uma vez que é impossível considerar como referência apenas a UPA enquanto a reforma do Hospital Regional não é concluída



Neste momento, todos os casos suspeitos de Coronavírus devem ser notificados de forma imediata (até 24 horas) pelos profissionais de saúde responsáveis pelo atendimento, à Vigilância Municipal.