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Estratégia de Deolane em chama a atenção

POLÍTICA 29 de maio de 2026

Presa preventivamente desde a semana passada, a influenciadora e advogada Deolane Bezerra optou por não responder às perguntas feitas pelas autoridades durante depoimento realizado nesta quarta-feira (27/5), na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo. De acordo c...

Planalto avalia ir ao STF após derrota imposta por Alcolumbre

POLÍTICA 29 de maio de 2026

Integrantes do Planalto miram decisão do Congresso Nacional sobre a LDO e temem efeitos da mudança na lei em ano eleitoral

Horóscopo 2026: confira a previsão de hoje (29/5) para seu signo

ENTRETENIMENTO 29 de maio de 2026

Confira as previsões desta sexta-feira (29/5) para o seu signo. Saiba o que os astros reservam nas áreas de amor, carreira e saúde

“Comércio Brasileiro Perde Bilhões para Taxas de Cartão e Juros Bancários Enquanto Consumo Encolhe”

JABURU DIRETO AO ASSUNTO 28 de maio de 2026

O avanço dos pagamentos digitais trouxe praticidade ao consumidor. Mas também criou um novo dreno financeiro sobre empresas, comércios e prestadores de serviços em todo o Brasil. Hoje, parte relevante do faturamento das vendas está sendo transferida diretamente para operadoras de cartão e bancos por meio de taxas, antecipações e juros do parcelamento. Na prática, a indústria vende, o comércio trabalha, o prestador atende o cliente, mas uma parcela crescente da receita termina no sistema financeiro. Em muitos setores, a venda parcelada virou obrigação para competir. O problema é que o parcelamento raramente é gratuito para quem vende. Taxas de maquininhas, MDR (taxa sobre transação), antecipação de recebíveis e juros embutidos corroem a margem operacional. Simulações do Observatório da Economia Real mostram que um comércio com faturamento mensal de R$ 500 mil, recebendo 70% via cartão, pode perder entre R$ 12 mil e R$ 35 mil por mês apenas em taxas financeiras e antecipações. Em um ano, isso pode ultrapassar R$ 400 mil. Recursos que poderiam financiar contratação de funcionários, aumento de estoque, modernização ou expansão acabam migrando para o sistema financeiro. O impacto vai além do lojista. Quando a margem do comércio diminui, os preços sobem. Quando o custo financeiro cresce, o investimento trava. Quando o crédito rotativo dispara, o consumidor reduz consumo. O chamado “spread bancário” — diferença entre o custo de captação do dinheiro e o juro cobrado ao cliente — continua entre os mais altos do mundo. Em linguagem simples: bancos captam dinheiro barato e emprestam caro. No cartão de crédito rotativo, os juros anuais ainda permanecem extremamente elevados em comparação internacional. O resultado aparece nas cidades brasileiras. Pequenos negócios fecham. Prestadores de serviço operam no limite. Indústrias reduzem competitividade. O dinheiro circula menos na economia real e mais no sistema financeiro. Especialistas em engenharia econômica defendem que o debate eleitoral passe a discutir mecanismos de justiça fiscal sobre ganhos financeiros excessivos. Uma das propostas em análise é a tributação progressiva sobre spreads abusivos e receitas financeiras extraordinárias das operações de cartão e crédito. A lógica seria simples: quanto maior o spread e maior a rentabilidade financeira obtida sobre consumo e parcelamento, maior seria a tributação incidente. O objetivo seria estimular a redução dos juros e devolver capacidade de investimento à economia produtiva. Outra alternativa discutida é limitar taxas de antecipação de recebíveis e incentivar modelos cooperativos de pagamento digital com custos menores para o comércio local. A discussão já não envolve apenas bancos. Trata-se de competitividade econômica, sobrevivência empresarial e circulação de renda nos municípios brasileiros. Enquanto isso, milhões de empresas seguem funcionando como financiadoras indiretas do sistema financeiro. O debate que começa a surgir nas cidades é direto: até quando a economia produtiva continuará transferindo parte crescente de sua receita para taxas financeiras? O Observatório da Economia Real questiona: os candidatos municipais e lideranças regionais estão preparados para defender juros mais justos e enfrentar o debate sobre tributação do lucro financeiro excessivo no Brasil? Autor:- Observatorio da Economia Real.

Sem candidatura de Pacheco, PT marca prazo para montar chapa em Minas Gerais

POLÍTICA 28 de maio de 2026

A decisão sobre o palanque no estado ainda precisa do aval de Lula, que apostava em um palanque puxado por Rodrigo Pacheco

Operações contra Castro complicam estratégia da direita para mandato-tampão no Rio

POLÍTICA 28 de maio de 2026

Aliados do PL reclamam de insegurança jurídica e criticam demora do Supremo para definir saída política para o Palácio Guanabara

Como Alcolumbre pretende conduzir a PEC da jornada 6×1 no Senado

POLÍTICA 28 de maio de 2026

Proposta foi aprovada pelo plenário da Câmara por 472 votos a 22 na noite desta quarta-feira, 27. Resultado confirmou as expectativas no Congresso

PEC da autonomia: as desconfianças do Banco Central com as sugestões de Durigan

POLÍTICA 28 de maio de 2026

Sem dar detalhes, o ministro da Fazenda disse que proporá, em conjunto com o presidente da autoridade monetária, mudanças na Proposta de Emenda à Constituição

Filipe Luís acerta com novo clube até 2028, diz jornalista

ESPORTE 28 de maio de 2026

Ex-técnico do Flamengo aceita proposta para assinar com a equipe francesa

Operação Carbono Oculto: segunda fase mira novo esquema de lavagem de dinheiro do PCC com fintechs e 'máfia do nafta'

POLICIAL 28 de maio de 2026

Os principais alvos são empresários, operadores logísticos e laranjas de um esquema que continuou atuando mesmo após operações policiais anteriores.