Mapas meteorológicos indicam manutenção da umidade sobre Rondônia, com baixo risco de chuva intensa e níveis de umidade do ar mais elevados que em grande parte do Centro-Oeste e do interior do país.
Ar frio de origem polar avança com força sobre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o sul do Paraná, provocando um amanhecer gelado
Medida é pela segurança de alunos, professores e funcionários,: diversas estradas e vias urbanas foram interditadas por quedas de barreiras
Massa de ar polar ainda deve provocar geada e temperaturas negativas em áreas serranas, mas o frio perde força de forma gradual a partir de sábado. A chuva diminui no Sudeste, volta a ganhar intensidade no Paraná e continua forte na faixa leste do Nordeste.
Primeira onda de frio chega já nos primeiros dias da estação. Ao longo do inverno, Sul deve receber chuva acima da média, e o Sudeste e o Centro-Oeste terão pancadas fora de época. Em julho, duas fortes massas de ar frio são esperadas — uma no meio e outra no fim do mês.
Instabilidade provocada pela combinação de calor, umidade e frente fria aumenta as chuvas em Rondônia. Massa de ar polar deve derrubar as temperaturas nos próximos dias.
Uma massa de ar polar de origem continental poderá provocar friagem em Rondônia entre os dias 17 e 23 de junho, segundo projeções climáticas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Apenas algumas áreas do Norte e do Nordeste tem risco de chuva forte nos próximos dias. As regiões Sul e Sudeste devem ter clima típico de outono, enquanto, no Centro-Oeste, a previsão é de clima seco e calor.
Instabilidade será causada pela formação de sistemas meteorológicos que favorecem a organização de nuvens carregadas na região.
Dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, órgão climático do governo dos Estados Unidos, apontam que aumentou a probabilidade de ocorrência do evento climático em nível forte ou muito forte