Advogado de Trump reage à decisão dos EUA sobre CV e PCC
Advogado que atua para a Rumble e para a Trump Media, empresa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Martin De Luca reagiu à decisão que classificou o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.
À coluna, Martin afirmou que a decisão dos Estados Unidos, anunciada nesta quinta-feira (28/5) pelo secretário de Estado, Marco Rubio, foi acertada.
“Este é um passo importante por parte dos Estados Unidos. Após a violência massiva que vimos no Rio de Janeiro no ano passado, eu defendi publicamente que Washington reconhecesse que as facções criminosas mais poderosas do Brasil deixaram de ser meramente problemas domésticos de segurança pública”, disse.
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Martin prosseguiu: “O PCC e o Comando Vermelho são redes criminosas transnacionais que controlam territórios, aterrorizam populações civis, corrompem instituições e traficam drogas e armas através de fronteiras, o que ameaça a estabilidade do hemisfério”.
Conforme mostrou o Metrópoles, a medida faz parte da estratégia do governo Trump de endurecer o combate ao crime organizado internacional.
O CV e o PCC serão oficialmente incluídos na lista de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs, na sigla em inglês) em 5 de junho.
“O governo Trump continuará a usar todas as ferramentas disponíveis para proteger nossa nação e nossos interesses de segurança nacional, mantendo as drogas ilícitas longe de nossas ruas e interrompendo o fluxo de receita que financia narcoterroristas violentos”, afirmou a pasta.
O governo norte-americano incluiu as facções brasileiras em duas listas: a de organizações terroristas estrangeiras e a de terroristas globais especialmente designados.

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