Não vi e não pretendo ver o filme.
Porém, a censura de algo que não viola nenhuma lei é um ataque à liberdade de expressão que nos aproxima de países autoritários e distancia dos que deram certo.
O Estado existe justamente para preservar o direito da menor minoria: o indivíduo
Amoêdo condena censura ao Porta dos Fundos e diz que decisão “nos aproxima de países autoritários”
O ex-candidato à presidência, João Amoêdo (Novo) foi às redes sociais na noite desta quarta-feira (8) para condenar a censura contra o Especial de Natal, do Porta dos Fundos, e alegou que decisão é um ataque que “nos aproxima de países autoritários”. Publicação foi criticada pela deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), que classificou conteúdo do filme como “criminoso”.
“Não vi e não pretendo ver o filme. Porém, a censura de algo que não viola nenhuma lei é um ataque à liberdade de expressão que nos aproxima de países autoritários e distancia dos que deram certo. O Estado existe justamente para preservar o direito da menor minoria: o indivíduo”, escreveu o presidente do partido Novo.
Momentos depois, Kicis criticou a opinião de Amoêdo. “Primeiro que não é censura, pois a censura há que ser prévia; segundo que o conteúdo do filme viola sim a lei penal. Vilipêndio de fé alheia é crime e impedir ou punir um crime está longe de ser censura;é dever do Estado”, escreveu.
Confira:
Primeiro que não é censura, pois a censura há que ser prévia; segundo que o conteúdo do filme viola sim a lei penal. Vilipêndio de fé alheia é crime e impedir ou punir um crime está longe de ser censura;é dever do Estado.

