Assessores de Bolsonaro causam desconforto entre ministros: “saudades do gabinete do ódio”

27 de fevereiro de 2021 53

Três dos assessores mais próximos ao presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) têm causado desconforto em membros do primeiro escalão do governo. Um deles disse à coluna de Mônica Bergamo que chega a sentir saudade do tempo em que o “gabinete do ódio”, integrado por pessoas ligadas ao vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente, tinha mais poder no Palácio do Planalto.

Eles seriam, de acordo com o interlocutor, mais previsíveis nas críticas e mais fáceis de ser neutralizados.

O trio formado pelo chefe do gabinete pessoal do presidente, Célio Faria Júnior, pelo subchefe de Assuntos Jurídicos, Pedro Sousa, e pelo secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência da República, Vicente Santini é acusado de usar a influência gerada pelo acesso direto e diário ao presidente para dificultar políticas públicas com as quais não concordam e desgastar ministros e auxiliares.

Os três gozam da confiança pessoal do presidente. Bolsonaro costuma ouvi-los em questões que vão da saúde à economia.

Com informações da coluna de Mônica Bergamo

Fonte: REVISTA FORUM/Julinho Bittencourt