Bipartidarismo

14 de junho de 2019 115

 As "Agruras parlamentaristas" (Folha 13/6) são inevitáveis em países com dezenas de partidos. Um sistema de governo verdadeiramente democrático não deveria institucionalizar mais de dois partidos, um voltado para a esquerda, PS (partido social), outro para a direita, PL (partido liberal). O vencedor, obtendo a maioria absoluta dos votos, teria condições de pôr em prática as promessas eleitorais, não dependendo de coligações espúrias, baseadas no toma lá dá. Para a formação do governo, o partido mais votado indicaria um Primeiro Ministro  que, se não atendesse aos anseios da sociedade, poderia ser substituído a qualquer momento, sem traumas políticos e sociais. Evidentemente, uma tal profunda reforma político-eleitoral não é do interesse dos atuais mandatários. Caberia às forças vivas da Nação lutar para isso acontecer!

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Salvatore D' Onofrio 
Dr. pela USP e Professor Titular pela UNESP 
Autor do Dicionário de Cultura Básica (Publit)
Literatura Ocidental e Forma e Sentido do Texto Literário (Ática)
Pensar é preciso e Pesquisando (Editorama)
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