Bloquete é um caminho para fomentar empregos na capital, Ale instala CPI da energia elétrica, vereador no comando do MDB de Porto Velho
Pobreza – Muito se tem comentado sobre a situação de inúmeras mães venezuelanas nos cruzamentos da área central de Porto Velho, com crianças ao colo e cartaz pedindo ajuda. Muito se cobra das autoridades constituídas, entidades e da população organizada, pois é muito justo, necessário e importante ajudar o próximo. Ocorre que a situação de penúria na capital vem de anos e não apenas agora, com a chegada do povo venezuelano. Há dez, quinze anos não se via pessoas pedindo esmolas nos cruzamentos, estacionamentos de supermercados, mercados municipais, etc.
Pobreza II – Hoje a quantidade de pedintes é assustadora e preocupante o que evidencia que Rondônia, onde os problemas na economia sempre chegavam bem depois de outras regiões mais abastadas financeiramente, sente de forma direta o sufoco econômico dos últimos anos. A área de assistência social do município deve firmar parceria com o governo do Estado em busca de solução para o grave problema. Como a cidade está investindo em pavimentação a situação poderia ser resolvida em parte, com utilização de bloquetes, como em Ji-Paraná, onde os moradores dos bairros trabalham no assentamento das peças com acompanhamento da área técnica da prefeitura. É uma sugestão barata que resolveria no mínimo dois problemas: o desemprego exagerado e pavimento de baixo custo, eficiente e de manutenção mínima.
Resina – Na coluna de ontem (24) alertamos sobre a situação crítica das rodovias estaduais, pavimentadas ou não. O DER não tem recursos financeiros para atender a demanda, inclusive para a compra de “resina”. Atento o engenheiro civil, ex-deputado estadual e ex-prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires, leitor assíduo da coluna ligou alertando que não é resina, mas sim emulsão ou piche que está em falta. Fica o registro e também a preocupação com a situação crítica do DER, que está com maquinário sucateado, as Residências sem um mínimo de estrutura e carente de recursos financeiros para adquirir insumo.
Energia – O presidente da Assembleia Legislativa (Ale), Laerte Gomes (PSDB/Ji-Paraná) instalou na terça-feira (24) a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para averiguar as denúncias de abuso na cobrança nas contas de energia elétrica pela Energisa-Ceron. Alex Redano (PRB-Ariquemes), Jair Montes (PTC-PVH), Edson Martins (MDB-Urupá), Ismael Crispin (PSB-São Miguel) e Cirone Deiró-Cacoal) são os membros titulares. Laerte solicitou que sejam criadas subcomissões, assegurou suporte técnico à CPI e alertou que a Ale “são os olhos e os ouvidos da comunidade”. A CPI tem 90 dias para concluir os trabalhos.
MDB – Articulações de bastidores estão ocorrendo no MDB de Rondônia visando a eleição para escolha do novo diretório municipal de Porto Velho, maior colégio eleitoral do Estado. Não há, ainda, data marcada para a convenção, mas dificilmente o vereador da capital, Márcio Oliveira deixará de comandar o partido. Articulado e muito focado em seus objetivos, o jovem vereador vem ganhando espaço político e reúne condições para assumir o comando do MDB na capital.
Respigo
A região do Caiari, área central de Porto Velho apresentava hoje (25), desde as primeiras horas da manhã oscilação da energia elétrica. Por volta das 14h o fornecimento de energia foi interrompido durante 15m. Além do consumidor de energia elétrica de Rondônia reclamar –com razão– das contas “salgadas” apresentadas pela Energisa-Ceron de valores fora da realidade as oscilações e os cortes são comuns na capital e no interior. Além de pagar caro pela energia, o consumidor, ainda, tem mais prejuízos com as oscilações e quedas, que danificam diretamente aparelhos eletrodomésticos, máquinas e equipamentos +++ Guajará-Mirim, a Pérola do Mamoré sempre foi uma cidade diferenciada, bem planejada e cuidada; arborizada e de turismo forte com a facilidade de compras na Bolívia, do outro lado do rio Mamoré. Sem conseguir se enquadrar na Área de Livre Comércio, a cidade aos poucos foi se acabando +++ Hoje Guajará parece uma Cidade Fantasma com a maioria das portas comerciais fechadas e movimentação de turistas somente em finais de semana, mesmo assim de forma moderada. Já Nova Mamoré, pouco mais de 30 quilômetros antes, que era distrito, a ex-Vila Nova Mamoré é hoje uma cidade muito bem arrumada com ruas pavimentadas e muito bem cuidadas.
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