Bolsonaro troca Previdência por proselitismo ideológico nas redes
10 de março de 2019
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Com 9,3 milhões de seguidores no Facebook e 3,6 milhões no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro não tem priorizado os projetos mais urgentes do governo quando utiliza suas redes sociais para se comunicar, em especial quando se trata da reforma da Previdência, segundo O Globo.
Postagens sobre temas culturais e ideológicos têm monopolizado o debate na internet e podem prejudicar as discussões políticas sobre a reforma — o que já tem causado preocupação em parlamentares da base.
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