Os agentes da polícia civil deram voz de prisão ao casal que foi conduzido sem o uso de algemas, até o hospital municipal, aonde passaram por exame de corpo de delito e depois foram entregues aos comissários na Unisp.
Conforme agentes do serviço reservado da polícia militar, Nei é um velho conhecido das autoridades e tem outras passagens por tráfico de drogas. Campanas teriam sido montadas a fim de registrar o tráfico de entorpecentes e também a movimentação de traficantes de pequenas bocas de fumo, que eram abastecidas pelo acusado preso, que usava o comercio como fachada para a atividade ilícita.