Confúcio repete a dose e lança versão masculina de Euma ao governo de Rondônia
Depois de todo o imbróglio envolvendo Amir Lando e Baleia Rossi, MDB revive Euma em nova versão
Quem acompanhou a desastrosa campanha de Euma Tourinho à prefeitura de Porto Velho não esperava rever as mesmas cenas, pelo menos não tão cedo. Infelizmente, apesar de todos os esforços do presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, com a prestigiosa participação do ex-ministro da Previdência, Amir Lando, Confúcio Moura acabou por emplacar mais uma das suas: a sigla lançou para o Governo de Rondônia o desconhecido Pedro Abib, um misto de centro, com boa dose de teologia da libertação a la Dom Moacyr Grecchi, e uma origem com fortes vínculos com o capital estrangeiro: a soma vinda da Europa para financiar a faculdade particular administrada por seu pai.
É bem provável que tudo fique apenas no balão de ensaio, como aconteceu com a fatídica empreitada da juíza aposentada Euma Tourinho, cuja atuação na magistratura de maior repercussão social fora nada menos que a liberação de precatórios de quase cem milhões de qreais da prefeitura comandada por Hildon Chaves em favor do suplente de Marcos Rogério. Uma salada de dar o nó na cabeça de qualquer um que se recuse a acreditar que tal composição multipartidária já aconteceu em Rondônia.
Pois bem, agora é a vez de Pedro Abib ser manipulado por Confúcio, lançando-se numa aventureira candidatura e, muito provavelmente, repetindo o mesmo compromisso firmado por Euma: torrar a verba partidária da campanha com profissionais de comunicação indicados por ninguém menos que a irmã de Confúcio Moura. Euma, depois de uns carguinhos de assessoria de terceira categoria na equipe do prefeito Léo Moraes, diz ser agora pré-candidata a deputada federal. Acredita que poderá aproveitar a fama conquistada como candidata a prefeita. Mas a fama que conquistou no meio político foi a pior possível, como uma pessoa agressiva, esnobe e traiçoeira para com seus então correligionários.
Pedro Abib já pelo menos aparenta ter outro perfil como pessoa. A menos que venha a incorporar ao nome político sua titulação acadêmica, Doutor Pedro Abib, e se submeter às imposições contratuais de Confúcio, ele tem ainda a oportunidade de fazer diferente e não repetir os erros de Euma. Isso só o tempo dirá. Mas é um tempo curto. E poderá se surpreender quando abrir os olhos e, de repente, se vir na cama armada por Cláudia Moura e seus asseclas. Enfim, a sorte está lançada. Façam o jogo, senhores.
Quem deve ficar alerta para não fazer o jogo é Pedro Abib. Se ele fizer o jogo do cabeça-de-ovo, será mais uma a ter seu nome lançado na galeria dos inservíveis eleitoralmente, onde hoje figuram Williames Pimentel, Maurão de Carvalho, Euma Tourinho, José Augusto de Oliveira, dentre outros. Boa sorte ao estreante! Vai precisar muito.
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