Conselho Nacional de Saúde defende terreiros de umbanda como “cura complementar” do SUS
Uma resolução aprovada pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) defendeu que terreiros de umbanda sejam integrados ao Sistema Único de Saúde (SUS). A resolução 715 ainda defende legalização do aborto e o tratamento para mudança de sexo aos 14 anos.
A resolução do CNS pede ao Ministério da Saúde que reconheça “as manifestações da cultura popular dos povos tradicionais de matriz africana e as Unidades Territoriais Tradicionais de Matriz Africana (…) como equipamentos promotores de saúde e cura complementares do SUS”.
O documento do CNS cita especificamente “terreiros, terreiras, barracões, casas de religião, etc”.
De acordo com o Ministério da Saúde, as PICs (Práticas Integrativas e Complementares) são “tratamentos que utilizam recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais, voltados para prevenir diversas doenças como depressão e hipertensão”.
A política de oferecer tratamentos não convencionais existe desde 2006, no 1º mandato de Lula.
O texto do CNS fala em “respeitar as complexidades inerentes às culturas e povos tradicionais de matriz africana”.