‘CPI das Universidades’ é criada em São Paulo sob protestos

25 de abril de 2019 239

Do Estadão:

A sessão de instalação da CPI das Universidades na Assembleia Legislativa de São Paulo nesta quarta-feira, 24, foi marcada por bate-boca entre parlamentares e protestos. Eleito presidente da comissão, o deputado Wellington Moura (PRB) criticou o que considera “aparelhamento” da esquerda nas universidades públicas paulistas.

Moura é vice-líder do governo na Casa. A deputada Carla Morando, líder do PSDB, foi eleita vice-presidente da comissão, que possui nove titulares – três deles são de oposição.

O objetivo da CPI, segundo anunciado no Diário Oficial, é “investigar irregularidades na gestão das universidades públicas”. No entanto, como mostrou o Estado na segunda-feira, deputados defendem “desaparelhar” da esquerda as universidades de São Paulo (USP), Estadual Paulista (Unesp) e Estadual de Campinas (Unicamp).

 

Devem ainda ser discutidas na CPI mudanças na escolha de reitores e na forma como o Estado repassa recursos às instituições, ambas garantidas atualmente pela chamada autonomia universitária. Entre as justificativas apresentadas oficialmente está o fato de USP, Unesp e Unicamp receberem 9,57% da arrecadação do ICMS do Estado. O valor atual está em torno de R$ 9 bilhões.

(…)

Do Estadão:

A sessão de instalação da CPI das Universidades na Assembleia Legislativa de São Paulo nesta quarta-feira, 24, foi marcada por bate-boca entre parlamentares e protestos. Eleito presidente da comissão, o deputado Wellington Moura (PRB) criticou o que considera “aparelhamento” da esquerda nas universidades públicas paulistas.

Moura é vice-líder do governo na Casa. A deputada Carla Morando, líder do PSDB, foi eleita vice-presidente da comissão, que possui nove titulares – três deles são de oposição.

O objetivo da CPI, segundo anunciado no Diário Oficial, é “investigar irregularidades na gestão das universidades públicas”. No entanto, como mostrou o Estado na segunda-feira, deputados defendem “desaparelhar” da esquerda as universidades de São Paulo (USP), Estadual Paulista (Unesp) e Estadual de Campinas (Unicamp).

 

Devem ainda ser discutidas na CPI mudanças na escolha de reitores e na forma como o Estado repassa recursos às instituições, ambas garantidas atualmente pela chamada autonomia universitária. Entre as justificativas apresentadas oficialmente está o fato de USP, Unesp e Unicamp receberem 9,57% da arrecadação do ICMS do Estado. O valor atual está em torno de R$ 9 bilhões.

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