Sem citar nomes, ele polariza os candidatos a presidente da República da seguinte forma:
“Por um lado, temos um candidato que não tem usado líderes religiosos para impor o medo aos eleitores, que não é a favor da legalização do aborto, nem pregou a destruição da família brasileira e sempre defendeu a democracia.
Por outro lado, temos um candidato a presidente que já declarou abertamente ser favorável ao regime ditatorial e que os crimes cometidos pela Ditadura Militar brasileira foram insuficientes para a moralização do País.”
Fernando Haddad, poste de um criminoso condenado, tem um eleitor.