EMPRESA COMERCIALIZA CABEÇA DO PRESIDENTE BOLSONARO (DECAPITADO)

13 de setembro de 2020 112

O famoso “ódio do bem”.

A nova “moda” agora, é vender a cabeça do Presidente Jair Messias Bolsonaro (decapitado), em uma clara manifestação de ódio e incitação ao crime.

A pergunta que fica é: Contra Bolsonaro, tudo é permitido?
Outra: E se fosse a cabeça de um jornalista, Lula ou qualquer outro ser humano que não tenha o sobrenome “Bolsonaro”, o que aconteceria com o “comerciante do ódio e o propagador”?

Vivemos tempos em que o “ódio é a demonstração do amor”, tempos em que a defesa da ditadura do proletariado é a “verdadeira democracia”, tempos sombrios em que somos censurados para “salvar o debate público”.

A empresa que divulgou o “produto do ódio”, é a “Gorila Company”, com sede em São Paulo e na Califórnia.
No perfil oficial da empresa no Instagram @gorilacompany, os proprietários são @marcellotamaro e @pedromillas.

Veja a publicação:

https://www.instagram.com/p/CFCd-08HTTQ/

Reparem nas hashtags usadas pela empresa, são elas: #ForaBolsonaro #Bolsonaro e #Genocida.
Realmente eles queriam chamar a atenção, e agora conseguiram!

O que desejamos saber é: Quais providências o AGU e/ou Ministro da Justiça tomarão?

Print da postagem, caso a empresa apague:

O proprietário da Gorila Company, publicou uma foto em que ele aparece segurando a cabeça réplica decapitada do Presidente Bolsonaro, pergunta aos seguidores o que eles fariam com a cabeça do Presidente e ainda afirma que jogou futebol com ela.
Veja:

 

Para a lacrosféra, este é o “ódio do bem”, eles estão do lado da narrativa progressista, então “tudo podem”.
Será?
Veremos!

Atualização: Ao fechar da matéria, o perfil oficial da Gorila Company removeu a publicação, mas o print é enterno!

JUSTIÇA!

Atualização 23:50:
Mais imagens chegaram. Segundo Marcelo Tamaro, um dos proprietários da “Gorila Company”, eles jogaram futebol com a “cabeça do Presidente Bolsonaro” e fizeram um vídeo que vai ao ar no dia 14/09.

Veja:

Uma outra imagem, eles colocaram a “cabeça do Preisidente” em um saco de lixo simulando a sua morte.
Veja: