Interventora da UFGD indicada pelo MEC foge de reunião que ela mesma havia convocado
O clima na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), no Mato Grosso do Sul, continua tenso, em consequência da nomeação de Mirlene Damázio para o cargo de reitora “pro tempore” (temporária). A indicação foi considerada como intervenção do Ministério da Educação (MEC), comando por Abraham Weintraub, pois não respeitou a lista tríplice e, por isso, não ratificou a escolha democrática da comunidade acadêmica.
Mirlene acabou fugindo de uma reunião convocada por ela mesma, na manhã desta sexta-feira (4), após protesto dos alunos.

A reitora temporária tomou a iniciativa de reunir o Conselho Universitário (Couni), depois de suspender o ato do dia 26 de setembro, no qual guardas municipais e policiais militares foram convocados para o prédio da reitoria. Mirlene, então, tentou fazer nova reunião. Contudo, houve protestos e ela cancelou o encontro, fugindo com seus pró-reitores.
Professores, estudantes e funcionários administrativos não aceitam a decisão de Mirlene de cancelar a reunião do dia 26. Na oportunidade, ela não participou, apesar de ser presidente do Couni.
