Modelo China
Ao ver e ouvir o ex-presidiário Lula falar que sonha em transformar o Brasil em uma China, percebi que o sonho do líder ptista não é transformar o Brasil em uma potência econômica ou em um Estado em que político que rouba é fuzilado, certamente que não é esse o seu sonho. O PT se prepara para tirar do seu caminho um obstáculo antigo e que Karl Marx também sonhava o mesmo sonho, qual seja: Matar Deus e é nessa direção que o PT há algum tempo se prepara. O resultado dessa preparação ficou demonstrado quando recentemente jovens de camisas vermelhas, empunhando bandeiras do PT, PSol e PC do B, liderados por um vereador do PT de Curitiba, professando essa crença do socialismo marxista, invadiram uma igreja católica com palavras de ordem de racistas, nazistas e de fascistas direcionadas à idosas e idosos que se encontravam no interior do templo fazendo suas orações. Esse é o modelo de Estado Chinês que Lula quer implantar no Brasil, um Estado ateu. Diferentemente do Estado laico, o Estado ateu desestimula qualquer prática religiosa, não quer competição com lideranças religiosas carismáticas ou de um povo sonhando com a eternidade ou obedecendo preceitos de seus livros e práticas sagradas. Com a estratégia de cozinhar a rã viva em água morna e a colocando para ferver bem devagar, sem pressa, assim fez e faz a China com todas as religiões que lá existem e que existiram, não proibiu, mas desestimulou no primeiro momento, depois orientou para que no ingresso ao PCCH a prática religiosa fosse vista com maus olhos e hoje praticamente todos os jovens chineses nem fazem idéia da existência de Deus. A China de Buda, Confúcio e de monges ficou para trás e hoje existe apenas a devoção e a obediência ao Estado Chinês e aos líderes do Partido Comunista Chinês. Outros países como a Coréia do Norte, Cuba e Venezuela, seguem a passos firmes buscando esse desiderato. Em países da Europa e da África, onde a China avança com sua influência econômica, não é incomum vermos perseguições a religiosos ou igrejas e templos serem incendiados,
Assistimos a uma guerra, não de religiões, ou de agnósticos e religiosos, mas uma guerra espiritual, do Estado ateu contra o cidadão religioso.
Bolsonarizar é necessário, não para que tenhamos um Estado laico, mas para que tenhamos a liberdade de escolher se queremos ou não ter nossa religião e nossas crenças, onde nossa tradição multicultural convive pacificamente com Cristãos católicos, evangélicos e espíritas, com judeus, muçulmanos e as religiões africanas como o candomblé, a umbanda e todo o seu sincretismo.
Paulo Xisto é jornalista, advogado, economista, delegado federal aposentado do Ex-Território Federal de Rondônia e bolsonarista por convencimento.
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