O GRANDE MENTECAPTO: ABRAHAM WENTRAUB, O DESTRUIDOR DA EDUCAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA

20 de maio de 2019 212

Abraham Weintraub, o judeu-nazista, não foi escolhido pelas suas qualidades, posto que não as têm! Foi escolhido por sua maldade e soberba! Arrogante, age como seu chefe, Bolsonaro.

“Não havia mais nada em que se agarrar para sobreviver. (…) Se alguma coisa lhe restava no espírito, era apenas a consciência disso”
(Fernando Sabino em “O Grande Mentecapto)

Abraham Bragança de Vasconcellos Weintraub é o atual ministro da Educação do Brasil do (des)governo Jair Messias Bolsonaro. Substituiu o anterior, o colombiano Vèlez-Rodriguez, que se notabilizou pela proposta de volta do canto do hino nacional em todas as escolas do país, assim como a volta do arcaico método fônico para alfabetização, além de ter chamado os brasileiros de “ladrões” e “canibais”.

Abraham, tal como Vèlez-Rodriguez, já provou em poucas semanas de mandato que, além de inepto, é mentiroso e tem sérios problemas cognitivos expressos por sua dificuldade em língua portuguesa, Matemática e visão coerente de mundo.

Com estas constatações que nos surpreendem e que foram motivadoras das manifestações de 15 de maio e que levaram cerca de 2 milhões de pessoas (estudantes e professores) às ruas do país (em cerca de 500 cidades), resolvi investigar a fundo a vida pregressa desse triste personagem da maltratada República (nada) Democrática Brasileira.

Abraham Weintraub (não vou citar todos os seus nomes, mas o sobrenome “Bragança” seria uma herança da nada saudosa família monárquica brasileira?) é de origem judia e a primeira coisa que nos deixa atônitos é que, num de seus discursos de 2018, antes de entrar para a vida ministerial, afirmou:

“… Os comunistas são o topo do país. Eles são o topo das organizações financeiras; eles são os donos dos jornais; eles são os donos das grandes empresas; eles são os donos dos monopólios…”

Em 1930, baseados na obra de Adolf Hilter, “Mein Kampf” (“Minha Luta”), os nazistas diziam:

“… Os judeus são o topo do país. Eles são o topo das organizações financeiras; eles são os donos dos jornais; eles são os donos das grandes empresas; eles são os donos dos monopólios…”

Isto é chocante pois, como podemos imaginar um homem de origem judaica usar a argumentação de um genocida que quase pôs fim à existência de seu povo? Porém, sabemos pela obra “A Banalidade do Mal”, de Hannah Arendt que: “naquele tempo (início da década de 1930) era um fato da vida corrente que só os sionistas tinham possibilidade de negociar com as autoridades alemãs, pela simples razão de que a sua principal rival, a Associação Central dos Cidadãos Alemães de Confissão Judaica (Central-Verein deutscher Staatsbürger jüdischen Glaubens), à qual pertenciam então noventa e cinco por cento dos membros de organizações judaicas na Alemanha, especificava nos estatutos que o seu primeiro objetivo era a “luta contra o anti-semitismo”. De um dia para o outro, ela havia-se convertido, por definição, numa organização “inimiga do Estado” […] Nos primeiros anos, a subida de Hitler ao poder foi vista pelos sionistas principalmente como “a derrota decisiva do assimilacionismo”.

*Por Marcos Cesar Danhoni Neves/Forum