Para novo diretor-geral da PF, mala de dinheiro não prova corrupção
21 de novembro de 2017
959
Fernando Segóvia, empossado hoje como o novo diretor-geral da PF, começou com o pé esquerdo e criticou a investigação da Procuradoria Geral da República sobre a prática de corrupção por parte de Michel Temer no caso da JBS.
“A gente acredita que, se fosse sob a égide da Polícia Federal, essa investigação teria de durar mais tempo porque uma única mala talvez não desse toda a materialidade criminosa que a gente necessitaria para resolver se havia ou não crime, quem seriam os partícipes e se haveria ou não corrupção”, afirmou o chefe da PF em entrevista coletiva nesta segunda-feria, 20.
Se uma mala cheia de dinheiro e uma gravação de áudio e vídeo não provam nada, então fica impossível comprovar corrupção.
Segóvia começou muito mal.
MAIS LIDAS
“Rainha do gozo farto” atraía vítimas em site adulto: “22 cm de dote”
AMOR E SEXO
26 de março de 2026
BRB recorre de decisão que proíbe uso de imóveis para capitalização
JUDICIÁRIO
17 de março de 2026
Perto do fim, CPI do INSS prepara relatório em confronto com o Supremo
POLÍTICA
23 de março de 2026
União Brasil sofre com perda de lideranças na janela partidária
POLÍTICA
23 de março de 2026