Previdência: se cortar efetivo, militar só economizará R$ 10 bi
Do Estadão:
O corte de 36 mil dos 368 mil que formam o efetivo das Forças Armadas em dez anos é responsável por uma economia de R$ 33,55 bilhões na proposta de reestruturação da carreira militar, que foi encaminhada junto com as mudanças nas regras da Previdência. Sem a redução prometida, a proposta teria custo de R$ 23 bilhões ao longo dos próximos anos.
O Estado apurou que o Ministério da Defesa teve de aceitar um aperto de última hora nas despesas para conseguir uma economia maior com o projeto de lei que reestrutura a carreira dos militares e as regras de proteção social das Forças Armadas.
O projeto inicial enviado ao governo traria um custo extra de R$ 10 bilhões, o que não foi aceito pela equipe econômica, que trabalhou para reverter a situação nos dias que antecederam o envio do PL, conforme mostrou o Estado. Após a decisão pela redução de efetivo, o projeto passou a estimar a economia de R$ 10,45 bilhões na próxima década.
(…)
Do Estadão:
O corte de 36 mil dos 368 mil que formam o efetivo das Forças Armadas em dez anos é responsável por uma economia de R$ 33,55 bilhões na proposta de reestruturação da carreira militar, que foi encaminhada junto com as mudanças nas regras da Previdência. Sem a redução prometida, a proposta teria custo de R$ 23 bilhões ao longo dos próximos anos.
O Estado apurou que o Ministério da Defesa teve de aceitar um aperto de última hora nas despesas para conseguir uma economia maior com o projeto de lei que reestrutura a carreira dos militares e as regras de proteção social das Forças Armadas.
O projeto inicial enviado ao governo traria um custo extra de R$ 10 bilhões, o que não foi aceito pela equipe econômica, que trabalhou para reverter a situação nos dias que antecederam o envio do PL, conforme mostrou o Estado. Após a decisão pela redução de efetivo, o projeto passou a estimar a economia de R$ 10,45 bilhões na próxima década.
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