Queiroz, sua mulher e Wassef orientaram mãe de Capitão Adriano a se esconder
19 de junho de 2020
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Do Estadão:
O Ministério Público do Rio descobriu que em dezembro de 2019, Fabrício Queiroz, o ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), sua mulher, Márcia Oliveira de Aguiar – foragida da Justiça – e o advogado Luiz Gustavo Botto Maia, também ligado ao filho mais velho do presidente, Jair Bolsonaro, teriam orientado a mãe do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, o Capitão Adriano, a ficar “escondida”.
“Foi possível verificar que Raimunda Veras Magalhães foi orientada por Fabrício José Carlos de Queiroz a permanecer escondida, temendo a retomada da investigação”, informa os autos da Operação Anjo, deflagrada nesta quinta-feira, 18, que prendeu Queiroz. Capitão Adriano foi morto pela polícia, em fevereiro, na Bahia, após reagir à prisão. Desde janeiro de 2019, ele tinha prisão decretada na Operação Intocáveis – contra a milícia de Rio das Pedras.
Flávio Bolsonaro é investigado por desvios na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O ex-chefe de gabinete, Fabrício Queiroz, foi preso em uma casa em Atibaia (SP), que pertence ao advogado Frederick Wassef, homem de confiança do presidente.
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