Senado avança para votar ‘lei do abate’ – de pessoas
“Matança de animais para consumo”, uma das definições nos dicionários, é, possivelmente, a primeira coisa que vem à cabeça quando ouvimos a palavra “abate”. Mas um projeto de lei que tramita no Senado estabelece que policiais possam atirar em pessoas que estiverem segurando uma arma de uso restrito, mesmo que não haja confronto. A proposta foi apelidada pelo próprio autor, José Medeiros, do Podemos-MT, de “Lei do abate”.
“O policial tem medo do enfrentamento porque não possui o equipamento ideal. Quando possui, não recebeu o treinamento adequado. E o que é pior: ele tem medo dessa política esquerdista instalada de vitimização do bandido, que protege criminosos e açoita policiais. Aquela velha máxima do Exército Brasileiro, de ‘atirar primeiro, perguntar depois’, foi trocada por ‘fique parado’, enquanto se gasta munição, atirando no chão. Isso porque, se ele mata um meliante, sofrerá sérias consequências administrativas e judiciais. Do contrário, se um policial morre, nada acontece. Simples assim!”, afirma o senador, que trabalhou por cerca de 20 anos na Polícia Rodoviária Federal.
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