Soldados venezuelanos disparam contra civis na fronteira com o Brasil, diz jornal

22 de fevereiro de 2019 281

Soldados venezuelanos atiraram contra civis na fronteira sul da Venezuela, com o Brasil, segundo publicado pelo jornal norte-americano Washington Post nesta 6ª (22.fev.2019). O confronto teria deixado 1 morto e 12 feridos.

Um grupo que tentava manter aberta a fronteira para permitir a entrada dos caminhões com ajuda humanitária foi recebido a tiros por militares venezuelanos apoiadores de Maduro.

O fato teria sido registrado às 6h30 da manhã na Venezuela. Além dos 12 feridos, foi reconhecida a morte de uma mulher: Zorayda Rodrigues, de 42 anos. Os tiros foram disparados perto de uma comunidade indígena na vila de Kumarakapai, que fica próxima à estrada que liga o sul da Venezuela ao Brasil.

Após o tiroteio, moradores saíram às ruas. Um vereador venezuelano, Jorge Perez, que estava no local no momento do acontecido, questionou a atitude dos militares.

É constitucional as forças armadas dispararem contra indígenas desarmados?”, disse.

JUAN GUAIDÓ SE PRONUNCIA

O presidente da Assembleia Nacional, que se autodeclarou líder da Venezuela, fez comentários no Twitter sobre o incidente. Chamou o caso de “crime”  e pediu que os militares entreguem os autores dos disparos.

 

 

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En la comunidad de , 2 efectivos disparan ráfagas contra pemones que estaban en el puesto de control de la guardia. Resultado de este crimen: 12 personas heridas y 1 fallecida. Nuestra solidaridad con ellos. No quedará impune.

 

 

 

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M/G Jesus Mantilla Oliveros, G/D Alberto Mirtiliano Bermúdez: o capturan y entregan a los responsables de la represión y asesinato de los hermanos pemones en que respaldan la ayuda humanitaria, o uds serán los responsables.

 

 

 

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Decidan de qué lado están en esta hora definitiva.
A todos los militares: entre hoy y mañana ustedes definirán cómo quieren ser recordados. Ya sabemos que están con el pueblo, ustedes nos lo han dejado muy claro. Mañana podrán demostrarlo.

 

REGISTROS

Cidadãos venezuelanos e jornais locais divulgam imagens da situação atual na fronteira pelo Twitter. Veja: