Ucrânia e Rússia devem adiar reunião para amanhã; veja últimas notícias
- Nova rodada de negociações está prevista para acontecer na Turquia;
- As conversas devem ficar para terça-feira, segundo o Kremlin;
- Mariupol vive catástrofe e toda a população precisa sair, diz prefeito;
- Não há corredores humanitários previstos para hoje;
- A Ucrânia alega que a Rússia recuou tropas em Kiev após perdas;
- Economia ucraniana acumula perdas de US$ 565 bilhões;
- Biden negou que pediu troca de poder na Rússia após fala criticada de que "Putin tem de ir embora".
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Novas negociações
Uma nova rodada diplomática presencial entre Rússia e Ucrânia acontece nesta semana na Turquia, que tem agido como intermediária na crise. A guerra chega nesta segunda-feira, 28, a 33 dias.
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Havia a expectativa de que as negociações começassem ainda hoje, segundo o governo turco. Mas a Rússia afirmou nesta manhã que seus negociadores só devem chegar fisicamente à Turquia na terça-feira, 29.
As duas partes têm conversado virtualmente na última semana, mas o encontro presencial será decisivo para entender se alguns termos podem avançar.
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O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tem dado entrevistas nos últimos dias a veículos de imprensa independentes russos, afirmando que está disposto a conversar sobre o status das regiões separatistas em Donbas e da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014, um dos pontos mais sensíveis.
Zelensky negou a possibilidade de desmilitarização do país, mas a Ucrânia se mostrou disposta a aceitar neutralidade em relação à Otan, aliança militar das potências ocidentais.
- Ucrânia e Rússia devem adiar reunião para amanhã; veja últimas notícias
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Expectativa era que nova rodada de negociações presenciais sobre a guerra na Ucrânia começasse ainda hoje. Veja abaixo as últimas notícias desta segunda-feira, 28 de março

Homem em Mariupol, em 26 de março: mais de 160 mil pessoas ainda precisam ser evacuadas (Getty Images/Stringer/Anadolu Agency)
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tem dado entrevistas nos últimos dias a veículos de imprensa independentes russos, afirmando que está disposto a conversar sobre o status das regiões separatistas em Donbas e da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014, um dos pontos mais sensíveis.
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Zelensky negou a possibilidade de desmilitarização do país, mas a Ucrânia se mostrou disposta a aceitar neutralidade em relação à Otan, aliança militar das potências ocidentais.
A possibilidade de entrada da Ucrânia na aliança, segundo o argumento oficial de Moscou, foi um dos motivos para a guerra. Zelensky afirmou, no entanto, que uma decisão sobre a Otan teria de passar por referendo entre a população ucraniana.
Zelensky também vem pedindo uma conversa presencial com o presidente russo, Vladimir Putin. O Kremlin afirmou nesta segunda-feira que essa possibilidade ainda está distante.
Fala de Biden é "alarmante"
A declaração do presidente dos EUA, Joe Biden, de que Putin "não pode seguir no poder" segue repercutindo.
A frase foi dita em visita de Biden à Polônia no sábado, 26, mas vista como uma gafe do mandatário americano.
Novas negociações
Uma nova rodada diplomática presencial entre Rússia e Ucrânia acontece nesta semana na Turquia, que tem agido como intermediária na crise. A guerra chega nesta segunda-feira, 28, a 33 dias.
Havia a expectativa de que as negociações começassem ainda hoje, segundo o governo turco. Mas a Rússia afirmou nesta manhã que seus negociadores só devem chegar fisicamente à Turquia na terça-feira, 29.
As duas partes têm conversado virtualmente na última semana, mas o encontro presencial será decisivo para entender se alguns termos podem avançar.