Vergonhosa a cartelização dos combustíveis em Porto Velho, litro da gasolina aumenta R$ 0,30 em 24 horas, interior quer retomar comando politico
Cartelização – A coluna denuncia e cobra com regularidade ações dos órgãos fiscalizadores, (cadê o IPEM, ANP, políticos) sobre a cartelização no comércio de combustíveis em Rondônia, principalmente em Porto Velho. Esta semana, de um dia para outro, com a alegação de a possibilidade de faltar diesel e gasolina, devido a possibilidade de “Guerra Mundial”, os proprietários de postos distribuidores de Porto Velho, com raríssimas exceções, aumentaram de forma conjunta em R$ 0,30 o preço do litro da gasolina (R$ 7,20 a R$ 7,39) e do etanol com a alegação de a possibilidade de uma guerra mundial” devido aos conflitos no Oriente Médio. Uma vergonha, um abuso à economia regional e aos bolsos dos usuários. Onde estão nossos órgãos fiscalizadores? Como é possível aumentar o preço do combustível em R$ 0,30 alegando que o conflito Iran-Iraque-Estados Unidos poderá provocar o racionamento da gasolina e do diesel e, o etanol, que nada tem a ver também teve o preço majorado na capital.
Cartelização II – A prática da ilegalidade não é de agora, mas há anos que o sindicato da categoria determina, controla, “fiscaliza” os postos distribuidores que ficam reféns, devido à pressão em cima dos proprietários, que temerosos vendem os combustíveis a preços sempre acima da média regional com diferenças de centavos. O abuso precisa de ação imediata dos políticos (prefeito, vereadores, deputados federais e estaduais, senadores, governador), para que acabe a cartelização no segmento, uma afronta à população e desafio as autoridades. Seria importante a intervenção de o Ministério Público (MP) de Rondônia, que atue com o máximo de rigor, para que a população usuária não seja usurpada com a prática de uma ilegalidade, que é a cartelização dos preços dos combustíveis em Porto Velho. O aumento criminoso, de quarta-feira (11), para quinta-feira, em cerca de R$ 30 no litro de gasolina, demonstra de forma bem evidente a ação condenável de a cartelização (associação de empresas com o intuito de controlar a oferta e os preços de determinado produto ou serviço). Help MP...
Interior – Durante décadas o interior teve o comando político do Estado elegendo os governadores. Após a administração do governador Oswaldo Piana (1995-98), segundo eleito pelo voto direto em Rondônia (o primeiro foi o saudoso Jerônimo Santana, o interior assumiu o Governo do Estado com Valdir Raupp (MDB), eleito em 1998, que governou no período 1999/2002, e somente em 2018, com a eleição de Marcos Rocha, que foi reeleito em 2022, que Porto Velho retomou a administração do Estado. Após Raupp, que governou durante um mandato, tivemos José Bianco (1999-2002). Depois vieram Ivo Cassol e Confúcio Moura, cada um com dois mandatos seguidos. Como Cassol e Confúcio renunciaram no segundo mandato, para disputar e se elegerem senadores, também administraram o Estado durante 9 meses cada um, João Cahulla e Daniel Pereira, respectivamente, vices de Cassol e Confúcio.
Capital - A eleição de Rocha em 2018 trouxe o comando político de Rondônia para Porto Velho, domicílio eleitoral do governador, que conseguiu um novo mandato em 2022. Rocha teve como adversário o senador Marco s Rogério, presidente estadual do PL, que disputará novamente o Governo do Estado, inclusive no sábado (14) estará lançando sua pré-candidatura no Espaço Vera Cruz, em Ji-Paraná, a partir das 10h com a presença do líder maior do seu partido, o senador Flávio Bolsonaro. Nas eleições deste ano Rogério é uma das opções do interior na busca da retomada do comando político de Rondônia para o interior, no caso Ji-Paraná, onde ele vota, e já foi vereador, antes da passagem pela Câmara Federal e posteriormente o Senado, onde cumpre o primeiro mandato que terminará no final deste ano. Por isso ele busca um novo cargo público, agora de governador.
Empáfia – Tem certas pessoas que se acham o máximo, ou como popularmente “o bicho da goiaba”. É o caso do secretário de Finanças (Sefin) do Governo do Estado, Luiz Fernando Pereira da Silva, que foi exonerado do cargo pelo governador Marcos Rocha (PSD), conforme publicação no “Diário Oficial” do Estado, esta semana. A justificativa seria a convocação de Rocha, para Fernando Pereira disputar as eleições gerais de outubro a uma das duas vagas ao Senado. Até aí, “morreu Neves”. O que chamou a atenção foi a matéria de despedida de Fernando do carro, publicada na mídia regional, onde ele anuncia o substituto, Franco Ono, que era adjunto, um dos ícones no segmento em Rondônia, membro da Sefin desde o saudoso governador Jerônimo Santana, como se fosse seu aprendiz quando diz que o novo titular, que ele indicou, “está apto a dar continuidade a todos os projetos em andamento e a consolidar os grandes avanços que tivemos nos últimos tempos”. A frase inveja a “alter ego”. É o fim da rosca....
Respigo
O assunto político mais comentado durante a semana é o encontro estadual do PL, em Ji-Paraná, que será realizado no Espaço Vera Cruz, a partir das (10h) em Ji-Paraná. Na ocasião, o presidente do PL estadual, senador Marcos Rogério estará lançando sua pré-candidatura a governador +++ Além de o lançamento de as pré-candidaturas de Rogério e de o deputado federal Fernando Máximo a uma das duas vagas ao Senado, nomes de políticos expressivos da capital e do interior estrão se filiando ao PL. O partido pretende emplacar o Governo do Estado, eleger um nme para uma das duas vagas ao Senado, dois deputados federais e cinco representantes para a Assembleia Legislativa +++ A presença do senador e líder maior do PL, Flávio Bolsonaro está confirmada. É o PL dando a largada para as eleições gerais de outubro com Marcos Rogério encabeçando o projeto de governar o Estado a partir de 2027 +++ Hoje jogam pelo Brasileirão A, Remo e Palmeiras (18h), Vasco e Palmeiras (18h30), São Paulo e Chapecoense (19h30), Grêmio e Bragantino (20h30). O destaque da rodada de quarta-feira (11) foi o Coritiba que venceu o Corinthians na Neo Química Arena.
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