Enquanto o senador Confúcio Moura enfrenta dúvidas sobre seu futuro político, Bruno Scheid aposta na mobilização da direita bolsonarista, e a discussão sobre o fim da escala 6x1 ganha força como uma das pautas de maior impacto social e eleitoral do país. ACENO Antes de qualquer coisa, ...
Sem ferrão Quando até os direitos dos condenados são defendidos com apetitosas reduções de penas, como se viu no episódio da dosimetria (nome pomposo para significar a poda no tempo de prisão), sítios e seres das florestas também passaram a ter seus direitos considerados, estendidos e tr...
Você não entende como grande parte dos membros do Ministério Público Federal e nos Estados e do Judiciário, praticamente vivem em função de pautas da esquerda, como meio ambiente, racismo, questões de gênero e controle de opiniões? Não entende como um jovem magistrado manda prender ...
Decisão do TRE/RO contra propaganda eleitoral antecipada atinge deputados no interior de Rondônia e reacende o debate sobre o uso de atos oficiais para promoção pessoal O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE/RO) determinou a retirada imediata de estruturas publicitárias que promo...
O MORDOMO DA CASA BRANCA O senador Flávio Bolsonaro empenhou-se em conseguir uma foto ao lado do presidente dos EUA, Donald Trump, com o objetivo de provar, aos que duvidam de sua candidatura no campo da direita, que é forte o bastante para ter acesso à Casa Branca (espécie de Meca dos reaci...
O avanço dos pagamentos digitais trouxe praticidade ao consumidor. Mas também criou um novo dreno financeiro sobre empresas, comércios e prestadores de serviços em todo o Brasil. Hoje, parte relevante do faturamento das vendas está sendo transferida diretamente para operadoras de cartão e bancos por meio de taxas, antecipações e juros do parcelamento. Na prática, a indústria vende, o comércio trabalha, o prestador atende o cliente, mas uma parcela crescente da receita termina no sistema financeiro. Em muitos setores, a venda parcelada virou obrigação para competir. O problema é que o parcelamento raramente é gratuito para quem vende. Taxas de maquininhas, MDR (taxa sobre transação), antecipação de recebíveis e juros embutidos corroem a margem operacional. Simulações do Observatório da Economia Real mostram que um comércio com faturamento mensal de R$ 500 mil, recebendo 70% via cartão, pode perder entre R$ 12 mil e R$ 35 mil por mês apenas em taxas financeiras e antecipações. Em um ano, isso pode ultrapassar R$ 400 mil. Recursos que poderiam financiar contratação de funcionários, aumento de estoque, modernização ou expansão acabam migrando para o sistema financeiro. O impacto vai além do lojista. Quando a margem do comércio diminui, os preços sobem. Quando o custo financeiro cresce, o investimento trava. Quando o crédito rotativo dispara, o consumidor reduz consumo. O chamado “spread bancário” — diferença entre o custo de captação do dinheiro e o juro cobrado ao cliente — continua entre os mais altos do mundo. Em linguagem simples: bancos captam dinheiro barato e emprestam caro. No cartão de crédito rotativo, os juros anuais ainda permanecem extremamente elevados em comparação internacional. O resultado aparece nas cidades brasileiras. Pequenos negócios fecham. Prestadores de serviço operam no limite. Indústrias reduzem competitividade. O dinheiro circula menos na economia real e mais no sistema financeiro. Especialistas em engenharia econômica defendem que o debate eleitoral passe a discutir mecanismos de justiça fiscal sobre ganhos financeiros excessivos. Uma das propostas em análise é a tributação progressiva sobre spreads abusivos e receitas financeiras extraordinárias das operações de cartão e crédito. A lógica seria simples: quanto maior o spread e maior a rentabilidade financeira obtida sobre consumo e parcelamento, maior seria a tributação incidente. O objetivo seria estimular a redução dos juros e devolver capacidade de investimento à economia produtiva. Outra alternativa discutida é limitar taxas de antecipação de recebíveis e incentivar modelos cooperativos de pagamento digital com custos menores para o comércio local. A discussão já não envolve apenas bancos. Trata-se de competitividade econômica, sobrevivência empresarial e circulação de renda nos municípios brasileiros. Enquanto isso, milhões de empresas seguem funcionando como financiadoras indiretas do sistema financeiro. O debate que começa a surgir nas cidades é direto: até quando a economia produtiva continuará transferindo parte crescente de sua receita para taxas financeiras? O Observatório da Economia Real questiona: os candidatos municipais e lideranças regionais estão preparados para defender juros mais justos e enfrentar o debate sobre tributação do lucro financeiro excessivo no Brasil? Autor:- Observatorio da Economia Real.
Matilde a velha futrequeira da política descobriu nos anais da história um caso no mínimo extraordinário que foi noticiado pela Folha de São Paulo, e que chegou para a velha que gosta de fofoca política. O CASO Os bastidores da politica dão conta que o então candidato a época ao Go...
Antes de as algemas, havia ameaças, fitas secretas e um governador acuado. Esta é a história que ficou fora dos jornais A sala e o organograma Era uma manhã comum de 2003 quando o telefone tocou. Do outro lado, um agente da Polícia Federal — alguém de confiança, de quem não se diz o ...
Ariquemes – O município, nas eleições municipais (prefeito, vice e vereador) de 2024 foi o terceiro colégio eleitoral do Estado somando 73.201 eleitores em condições de votar. Hoje Ariquemes tem mais representatividade no Congresso Nacional (Senado e Câmara), do que na Assembleia legisla...
É muito mais que uma simples decisão judicial. Mesmo que tudo gire em torno do destino e da vida de uma mulher (que não é defendida pela esquerda, portanto é criminosa!) a decisão da Suprema Corte da Itália em não extraditar Carla Zambelli, tratada como uma bandida de alta periculosidade, ...