Bolsonaro sinaliza com calote em dívidas judiciais para garantir farra do Bolsa Família em ano eleitoral
A Ordem dos Advogados do Brasil classifica de ‘calote’ a nova estratégia eleitoral de Bolsonaro.
Com popularidade em baixa, o mandatário organiza uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) transferindo recursos de dívidas judiciais para turbinar o Bolsa Família. A distribuição do benefício está sendo preparada para acontecer em 2022, quando Bolsonaro vai tentar a reeleição.
O custo total do investimento é de R$ 56 bilhões. Com isso, o governo pretende ampliar não apenas o valor da renda mensal (de R$ 192 para R$ 300) e a base de beneficiados (de 14 para 17 milhões de famílias).
O texto da PEC, segundo O Globo, vem sendo costurado pelos técnicos do ministério da Economia com apoio de Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil.
Será apresentado nas próximas semanas aos presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco.