Chefe da Polícia Civil do Rio tinha contratos com grupos investigados pela Lava Jato
13 de março de 2018
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A Lava Jato descobriu que o delegado Marcelo Luiz Santos Martins, que hoje comanda a elite da Polícia Civil do Rio, prestou consultorias fictícias para a TransExpert, transportadora de propina do esquema de Sérgio Cabral.
Martins também firmou contratos com os grupos Refinaria de Manguinhos (Refit), Dirija e Toesa, todos alvos de investigações da Lava Jato no Rio.
Preso hoje na Operação Pão Nosso, o delegado tem sob seu comando a Coordenadoria de Recursos Especial (CORE), principal força tática do órgão, a Divisão Anti-Sequestros (DAS), a Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco), a Delegacia de Polícia Fazendária, a Delegacia de Homicídios da capital, a Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis, e outras 21 unidades.
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