Crusoé: Cunha reclama da Justiça Eleitoral após não se eleger

12 de outubro de 2026 24

O deputado federal cassado Eduardo Cunha (foto) colocou na Justiça Eleitoral a culpa de sua derrota na tentativa de retornar à Câmara dos Deputados por Minas Gerais na eleição deste ano. Ele já não tinha sido eleito em São Paulo em 2022.

“Eu disputei a eleição para deputado federal por Minas Gerais, mas tive os meus votos anulados sub judice, em função de uma impugnação acolhida pelo TRE-MG, que simplesmente resolveu declarar uma lei complementar inconstitucional”, reclamou o ex-presidente da Câmara em artigo publicado no site Poder360, no qual tem uma coluna.

Por óbvio, eu recorri, mas não houve tempo, até a data da eleição, de o meu recurso ser apreciado pelo TSE, o que culminou em um prejuízo eleitoral sem precedentes. Com a divulgação maciça de que os votos na minha candidatura não seriam válidos, aqueles que gostariam de votar em mim ficaram em uma situação de dúvida, pois ninguém gosta de perder o seu voto”, segue Cunha no texto, no qual alude ao exemplo do processo do ex-governador Anthony Garotinho, que conseguiu colocar seu nome na urna na disputa pelo governo do Rio de Janeiro apesar de estar inelegível.

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O deputado federal cassado Eduardo Cunha (foto) colocou na Justiça Eleitoral a culpa de sua derrota na tentativa de retornar à Câmara dos Deputados por Minas Gerais na eleição deste ano. Ele já não tinha sido eleito em São Paulo em 2022.

“Eu disputei a eleição para deputado federal por Minas Gerais, mas tive os meus votos anulados sub judice, em função de uma impugnação acolhida pelo TRE-MG, que simplesmente resolveu declarar uma lei complementar inconstitucional”, reclamou o ex-presidente da Câmara em artigo publicado no site Poder360, no qual tem uma coluna.

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“Reforma eleitoral urgente”

“Isso a despeito de o próprio TSE ter aplicado a Lei Complementar 219 de 2025 no julgamento da candidatura de Anthony Garotinho, em 8 de outubro, afastando uma das causas de inelegibilidade do ex-governador. A constitucionalidade da lei ainda é discutida em uma ação em andamento no STF. A decisão possivelmente não será proferida tão cedo. O mais provável é que, mesmo que a lei seja declarada inconstitucional, os seus efeitos sejam modulados para valerem no futuro”, reclamou Cunha, que pede uma “Reforma eleitoral urgente”, o título de seu artigo.

Garotinho acabou desistindo do recurso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) prevaleceu e seus votos…

Fonte: O ANTOGANISTA