Da milícia à política: Queiroz quer ser deputado

3 de junho de 2021 107

Fabricio Queiroz, que comandava o esquema das “racahadinhas” no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), quer ser deputado federal. A informação foi revelada à jornalista Juliana Dal Piva, do UOL.

“Obrigado por me informar sobre possível candidatura a deputado federal, pois nem eu mesmo sabia dessa pretensão. Mas, sabe, você deu uma boa ideia”, disse Queiroz ao UOL.

Mas, para confirmar a sua candidatura, Fabrício Queiroz aguarda a decisão do presidente Bolsonaro (sem partido) por qual legenda irá se candidatar à reeleição.

Segundo informações do UOL. nos bastidores uma possível candidatura de Queiroz é dada como certa.

Pivô do esquema de “rachadinhas”, Queiroz estava preso desde 18 de junho de 2020, após ter sido encontrado em um sítio em Atibaia, no interior de São Paulo; em liberdade, tem atuado novamente nos bastidores da política

O ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), Fabrício Queiroz, recebeu alvará de soltura do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e deixará a prisão domiciliar. A esposa dele, Márcia Oliveira de Aguiar, também foi beneficiada.

A medida do TJ-RJ se baseia em decisão tomada na terça-feira (16) pela Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que avaliou que a prisão vigorava por tempo excessivo. A prisão domiciliar do casal deve ser substituída por medidas cautelares.

“Pronto para o combate, sr!”: Queiroz posta foto na praia e divulga ato antidemocrático de bolsonaristas

O ex-policial e ex-assessor da família Bolsonaro, Fabrício Queiroz, está aproveitando a liberdade para curtir a praia, em meio à pandemia, e divulgar atos antidemocráticos promovidos por bolsonaristas. No último sábado (1), ele fez postagens em seu Instagram, que é fechado para amigos, em que aparece correndo na areia da praia no Rio de Janeiro e reproduzindo o slogan de campanha de Jair Bolsonaro, “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”.

Nas publicações, Queiroz exibiu vídeos do ato de bolsonaristas que pedia o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF). A realização desse tipo de manifestação vem sendo investigada no inquérito dos atos antidemocráticos da Corte.

Fonte: REVISTA FORUM/Marcelo Hailer