Delatores dizem que OAS mantinha esquema de “caixa 3”
9 de março de 2019
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A OAS usava como laranjas empresas de engenharia menores que atuavam em suas obras em áreas como terraplenagem e instalações hidráulicas para disfarçar doações em campanhas eleitorais, segundo delatores.
Diz a Folha:
“A construtora orientou fornecedoras de suas obras a fazer doações oficiais nas campanhas de 2010 e 2014, à época legalizadas, para partidos ou candidaturas de seu interesse e compensava esses valores com contratos superfaturados em suas construções”.
Na delação da Odebrecht, a prática ganhou o apelido de “caixa três”. Os depoimentos executivos do grupo, no entanto, não trazem detalhes dos políticos beneficiários dessa prática.
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