Gleisi Hoffmann, Guilherme Boulos e Manuela D’Ávila estão mortos para o SUS

21 de julho de 2021 20

A ex-deputada Manuela D’Ávila (PC do B/RS) afirmou nesta terça-feira (20/07) em suas redes sociais que seu cadastro no Sistema Único de Saúde (SUS) a coloca como morta. A mesma situação ocorreu com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

Segundo Manuela, seus dados não teriam sido encontrados no dia (07/07) em que foi se vacinar. Ela afirmou ainda que os profissionais de saúde registraram manualmente a situação para poder vaciná-la. Pelo seu cadastro, Manuela estaria morta desde o fim de 2018, quando concorreu a vice-presidência da República na chapa do PT.

Já o ativista Guilherme Boulos informou na segunda-feira (19/07) que teve seus dados alterados no sistema de saúde. Segundo o líder do movimento chamado “Sem Teto” ele também foi vítima de mudanças no sistema. Nele, o nome de seus pais foram alterados pelo que considerou “ofensas”.

O radical disse também que o Ministério da Saúde teria confirmado que a alteração ilegal de seu cadastro no SUS com xingamentos foi feita por uma “pessoa credenciada”.

Na semana passada a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann, descobriu estar morta no cadastro no Sistema Único de Saúde. Segundo ela, a causa teria sido um ataque hacker ao sistema em 2019.

“Meu cadastro no SUS foi cancelado por motivo de óbito e consta no documento, como apelido, o nome do Bolsonaro. Segundo informações isso foi em 19, ataque em massa ao sistema. A fraude deve ter atingido muitas pessoas. O que o Ministério da Saúde fez para corrigir isso dois anos depois? O que vai fazer?”, questionou Gleisi em uma publicação no Twitter.

Segundo Gleisi, ela pode ficar sem tomar a segunda dose da vacina, já que ela primeiro precisa provar que está viva. Mas ela não explicou como recebeu a primeira dose no dia 26 de junho em Brasília se o cadastro foi alterado em 2019.

Fonte: Nova Iguaçu 24h