O DESCOMPASSO NAS TOTALIZAÇÕES DO TSE E DOS TREs NAS ELEIÇÕES DE 2 DE OUTUBRO
4 de outubro de 2022
478
O que mais surpreendeu nas eleições de ontem, 2 de outubro,foi a estupenda vitória dos candidatos apoiados pelo Presidente Jair Bolsonaro,candidato à reeleição,nos Estados,para deputados federais , estaduais,senadores,governadores e "vice",totalmente desproporcionais à sua própria "derrota",com menor votação (43,20%,com 51.071.277 votos),em primeiro turno,para o candidato Lula da Silva (48,43%,com 57.258.115 votos). Somente um "milagre" poderia explicar esse "malabarismo" eleitoral,que não tem qualquer amparo na lógica política.
Não se trata aqui absolutamente de qualquer acusação ou insinuação de irregularidade intencional na apuração e divulgação dos resultados,mas tão somente de uma questão que necessariamente deverá ser esclarecida,por quem de direito. Nos termos da Resolução Nº 23.677, do TSE,as "totalizações" dos votos e a divulgação dos resultados das eleições de primeiro turno,e segundo,se e quando houver,como agora é o caso,para Presidente e Vice-Presidente da República,serão da responsabilidade exclusiva do Tribunal Superior Eleitoral-TSE,ao passo que todas as demais totalizações para deputados federais e estaduais,senadores,governadores e vice-governadores dos Estados,serão da responsabilidade dos respectivos Tribunais Regionais Eleitorais-TREs.
Algum problema de "comunicação" entre as urnas e os computadores do TSE e dos TREs na apresentação das respectivas totalizações? Como explicar essa absoluta falta de lógica política entre as apurações estaduais dos TREs e a "Central" do TSE?
Sérgio Alves de Oliveira
Advogado e Sociólogo (mas antes alguém que se dá o direito de "pensar")
MAIS LIDAS
Haddad propõe que Banco Central fiscalize fundos de investimentos
POLÍTICA
20 de janeiro de 2026
Poucas lesões e monitoramento: como o departamento médico do Flamengo inicia 2026
ESPORTE
13 de janeiro de 2026
Agronegócio bate recorde histórico com US$ 169 bilhões em exportações em 2025
AGRICULTURA
9 de janeiro de 2026
Como o Brasil se tornou em 2025 no maior produtor de carne bovina do mundo
AGRICULTURA
9 de janeiro de 2026
Master: Fachin antecipa volta a Brasília para gerenciar crise no STF
JUDICIÁRIO
20 de janeiro de 2026
Fonte:
SÉRGIO PIRES
O CONTRAPONTO
Sérgio Alves de Oliveira