‘Sistema S’ é usado por dirigentes como trampolim político
8 de junho de 2018
311
O ‘Sistema S’ mama nas contribuições compulsórias oriundas de folhas de pagamento de empresas, portanto de renúncia fiscal de R$ 20 bilhões.
Em São Paulo, Paulo Skaf usa o conjunto de “aparelhos” do Sistema S (Sebrae, Sesi, Senai, Fiesp, etc.) para tentar chegar ao Palácio Bandeirantes — sede do governo paulista.
O empresário patobranquense Cláudio Petrycoski assumiu com a vacância, no Paraná, a presidência da Federação das Indústrias. O titular, Campagnolo, também se licenciou para tentar um cargo na política.
Em Minas Gerais, Josué Alencar igualmente deixou Fiemg para concorrer às eleições de outubro.
MAIS LIDAS
Real Time: 40% dos que se abstiveram no 1º turno não votarão no 2º
POLÍTICA
8 de outubro de 2026
O tamanho do desafio para os lulistas reduzirem a abstenção
ESPORTE
8 de outubro de 2026
Lula e Flávio Bolsonaro: o que muda para servidores e concursos públicos?
POLÍTICA
12 de outubro de 2026