Para conter extremistas foi necessário o reforço da tropa de elite da Polícia Federal em dia que foi considerado “de guerra”
Petição foi encaminhada à Procuradoria Geral do Ministério Público Militar
"Se o desprezo às decisões judiciais ocorre por iniciativa do chefe de qualquer dos Poderes, essa atitude, além de representar atentado à democracia, configura crime de responsabilidade", disse o ministro
Em sua extensa lista de ataques e ameaças ao sistema democrático brasileiro, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou a apoiadores durante os atos de 7 de setembro que não iria cumprir eventuais decisões judiciais do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), entidade que reúne associações de caminhoneiros, entrou com uma ação civil pública 20.ª Vara Federal Cível do Distrito Federal contra a União, o presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores na esteira das manifestações organi...
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), liberou nesta quarta-feira (8) para julgamento as ações contra os decretos assinados pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que flexibilizam a posse de armas de fogo no Brasil. As informações são do jornal O Globo. ...
Mais de 50 homens estão posicionados em frente ao Palácio do Itamaraty, em Brasília, para impedir avanço de manifestantes
Depois do discurso “duro” contra as manifestações e falas do presidente Jair Bolsonaro ontem (7), o ministro Luiz Fux tentou dar andamento ao julgamento de uma ação sem passar a palavra ao Procurador Augusto Aras, que prontamente alertou o presidente da corte que queria falar. O procurador d...
247 - O presidente do Supremo Tribuna Federal, Luiz Fux, reagiu nesta quarta-feira (8) aos ataques de Jair Bolsonaro contra a Suprema Corte nos atos de 7 de Setembro. Em duro discurso, o ministro Fux disse que a crítica política não se confunde com narrativas de descredibilização do Supr...
Durante encontro virtual, ministros da Corte usaram palavras como "absurdo" "golpista" "fascista" para classificar os discursos do presidente