Diz o editorial do Estadão:
"Passado quase um mês da acachapante condenação de Lula da Silva em segunda instância pelo TRF-4, as lideranças petistas dão sinais de que caminham para a 'terceira fase' de uma espécie de luto político que se abateu sobre o partido: a negociação.
Fato é que todas essas ações demonstram que, aos poucos, os petistas começam a se movimentar para além das questões que envolvem o seu líder máximo, agora um condenado pela Justiça. Lula da Silva passou a ser um ativo tóxico do PT, a ponto de comprometer seriamente o desempenho do partido nas eleições de 2018, ao contrário do que possa ser dito publicamente." (O Antagonista)