“Meu Malvado Favorito” supremacista: Universal é processada por racismo
Duas famílias estão processando o parque Universal Orlando por racismo e Violação dos Direitos Civis.
O processo informa que os incidentes que aconteceram em tempos distintos, mas envolvem o mesmo ator que, fantasiado de Gru, personagem do filme “Meu Malvado Favorito” fez um gesto supremacista.
O ator fez o gesto enquanto posava para tirar fotos com as crianças das famílias.
Dessa maneira, a ação de direitos civis foi movida em nome das duas meninas, que tinham 5 e 6 anos à época das fotos.
A ação de direitos civis foi movida em nome de duas meninas, que tinham 6 e 6 anos na época das fotos.
O processo corre no 9º Tribunal do Circuito Judicial em Orange County, em 23 de junho.
O gesto de “Ok” feito pelo ator é um sinal usado para indicar “ódio pela Liga Antidifamação Americana.
Dessa maneira, o processo listou vários crimes de ódio onde os suspeitos fizeram o gesto de “Ok”.
Na listagem, foram incluídos os tumultos no Capitólio dos EUA em 6 de janeiro.
De acordo com a ação, um dos incidentes da ação aconteceu no dia 23 de março de 2019.
Neste primeiro, uma menina de 6 anos participou de um café da manhã no Loews Royal Pacific.
No momento da foto, o ator colocou a mão no ombro da criança enquanto exibia o símbolo de ódio “Ok”.
A criança vítima do ódio do ator é parte de uma família birracial.
Projeto escolar
Todavia, a criança só descobriu que tinha sido vítima de racismo quando imprimiu a imagem e levou na escola.
Ao apresentar para a professora, ela foi informada do que aconteceu e os seus pais convocados.
No mesmo ano, uma outra criança, essa com 5 anos, também foi vítima do mesmo ato com um ator vestido de Gru.
Ainda em 2019, a Universal revelou que tinha demitido o funcionário, porém, não revelou o nome.
Ambas as famílias acusam a Universal de violar os Direitos Civis e que suas filhas sofreram “angústia mental”.
O canal de TV estadunidense USA Today fez uma reportagem sobre. Você pode conferir aqui.
Por fim, por ter violado a Lei dos Direitos Civis da Flórida, as famílias pedem US$ 30 mil por danos morais.